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domingo, 30 de abril de 2017

Velozes e Furiosos 8

Não existem dúvidas. A maior franquia de ação da atualidade é a franquia Velozes e Furiosos. Não por menos, o antecessor, lançado em 2015, naquele ano foi superior a duas outras famosas séries de ação, Missão Impossível 5 e 007 Contra Spectre, que foram lançados no mesmo ano. (confira no menu, na lateral, as resenhas de ambos aqui mesmo no blog, basta clicar). O filme de Diesel e Cia foi superior em tudo, tanto nas cenas de ação quanto na bilheteria.

E aqui vamos nós resenhar o último título desta franquia.

Velozes e Furiosos 8 - The Fate of the Furious
Pais - Estados Unidos
Ano - 2017
Duração - 137 minutos min 
Direção - F. Gary Gray
Produção - Neal H. Moritz, Vin Diesel, Michael Fottrell
Roteiro - Chris Morgan
Baseado em Personagens de - Gary Scott Thompson
Gênero - Ação, Aventura
Música - Brian Tyler
Cinematografia - Stephen F. Windon
Edição - Christian Wagner, Paul Rubell
Companhias produtoras - Original Film, One Race Films, Perfect World Pictures
Distribuição - Universal Studios
Lançamentos:
Brasil 13 de Abril de 2017
Portugal 13 de Abril de 2017
Estados Unidos 14 de Abril de 2017
Idioma - Inglês
Orçamento - US$ 250 milhões
Receita - US$ 690 milhões Confira a bilheteria atual

Vin Diesel como Dominic Toretto
Dwayne Johnson como Luke Hobbs
Jason Statham como Deckard Shaw
Michelle Rodriguez como Letty Ortiz
Tyrese Gibson como Roman Pearce
Chris ''Ludacris'' Bridges como Tej Parker
Nathalie Emmanuel como Ramsey
Scott Eastwood como um agente da Lei
Elsa Pataky como Elena Neves
Don Omar como Rico Santos
Tego Calderon como Tego Leo
Kurt Russell como Frank Petty
Charlize Theron como Cipher
Kristofer Hivju como um capanga de Cipher
Helen Mirren como a mãe de Owen e Deckard Shaw.

Agora que Dom (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) estão em lua de mel e Brian (Paul Walker) e Mia (Jordana Brewster) se retiraram do jogo -- e o resto da equipe foi exonerada -- o time segue com uma vida normal.

Mas, quando uma mulher misteriosa seduz Dom para o mundo do crime, ele parece não conseguir escapar e a traição das pessoas próximas a ele fará com que todos sejam testados de uma forma como nunca foram antes.

Das margens de Cuba e ruas de Nova York para as planícies geladas do mar do Ártico, nossa tropa de elite cruzará o globo para impedir que uma anarquista desencadeie o caos... E tentará trazer para casa o homem que os tornou uma família.

Fazendo uma tempestade de dinheiro,logicamente que iria haver uma sequência. Mas um dos grandes responsáveis pelo sucesso daquele filme, o diretor James Wan, preferiu não retornar no comando do novo filme, por dois motivos, atualmente ele é um dos diretores mais requisitados de Hollywood, seu próximo projeto é Aquaman, da DC Comics, previsto para o próximo ano. Ele também está envolvido no filme de terror, Anabelle 2, como produtor. E o segundo motivo, foi o boato dos ataques de estrelismo de Vin Diesel, que é famoso por tumultuar os bastidores. Foi suficiente para ele não querer compromisso com um novo título.
Um novo diretor foi contratado, o F Gary Gray. Ele tinha não só a missão de substituir o famoso Wan, como dar prosseguimento à franquia, agora sem um de seus astros principais, o Paul Walker. Praticamente o mesmo elenco visto no filme anterior voltou a ação, inclusive o Jason Stathan, que roubou a cena na última produção. E dessa vez com um diferencial. Como sabemos, as reviravoltas são constantes nessa série e sempre encontra espaço para novas. O explosivo elenco recebeu dois reforços celebrados: nada menos que duas vencedoras do Oscar: a lindíssima Charlize Theron e a consagrada Helen Mirren, fazendo uma participação especial. Completando o caldo, temos também a volta do Kurt Russel e uma participação do Scott Eastwood.
Quem acompanha a série, sabe que Dominic Toretto e sua trupe, em mais de uma década e meia de ação,já enfrentaram de tudo um pouco, traficantes, mercenários, estrategistas, ex-agentes secretos... Mas o inimigo da turma dessa vez vem de onde eles menos esperavam: o próprio Dom. O sujeito que foi o elemento- chave da união de uma das "familias" mais explosivas e malucas já vistas, se volta contra seus "irmãos". E qual seria o motivo? A manipuladora Cipher, uma terrorista cibernética que tem alguém do passado de Dom. Ela recruta o durão e ele, sem motivo aparente para os demais, é obrigado a trabalhar para ela. Mas tudo tem um motivo, e o decorrer do filme mostra qual é.
Mas a turma logo descobre que deter essa dupla não será fácil. Além da letalidade de Toretto, a Cipher com um notebook é capaz de realizar as mais absurdas façanhas, como iremos descobrir.Será necessária novamente a intervenção de "Sr. Ninguém", o mesmo personagem cool, vivido por Kurt Russel no último filme,que traz um elemento à trama, até então inesperado, justamente o Deckard Shawn, o antagonista que no filme anterior, por pouco não dizimou o grupo de Dominic. Pois bem, será esse peso pesado um dos responsáveis por equilibrar a balança no jogo de gato e ratos.

Como sabemos,e vimos nas últimas produções.essa franquia nunca teve a finalidade de ser mais do que uma produção escapista e divertida, daquelas que pagamos o ingresso pelo simples prazer de se divertir, rir e vibrar. E o filme também não tem nenhum compromisso com a realidade ou seriedade. Portanto, é adentrar a sala, desligar o cérebro e se impressionar com tudo aquilo que ela foi feita para ser.

Os absurdos existem aos montes,como é comum desde a primeira produção. Aqui, um deles é a adrenalinesca sequência da "chuva" de carros importados, que certamente levou os amantes de automobilismo às lágrimas, ante tão impressionante destruição. A ação se descortina do começo ao fim, com cada vez mais absurdos e faltá de lógica desfilando ante os nossos olhos. Talvez o clímax seja a estupenda perseguição com um submarino, algo jamais visto até hoje nos cinemas.

O elenco dá um show à parte. Do Vin Diesel não se pode esperar muita coisa. Seu personagem é sempre o mesmo: carrancudo, expressão séria, e zero de carisma. Para sua sorte, ele é um dos produtores, portanto, o roteiro e a direção se prende a forçar a barra e querer fazer dele um soberbo astro do gênero, (ironicamente até hoje, ele não encontra sobrevida em nenhum filme fora dessa franquia, por mais que tente. Fico imaginando o que será dele quando a série se encerrar).

Se carisma falta no Diesel, sobra em outros nomes do elenco. Um deles nem preciso citar: Roman Pearce, vivido por Tyrese Gibson. Analisando seu personagem, é um dos mais inúteis para a ação, ele é um humorista cuja finalidade é aliviar a tensão em dados momentos e nos fazer rir. Mas quer saber? Sem ele, essa série seria uma chatice. Com seu histrionismo e caras e bocas, é impensável um próximo Velozes sem o Roman. Mas o grande atrativo é mesmo o Hobbs, do impressionante Dwayne Johnson. Esse cara nasceu para brilhar. É limitadíssimo como ator, mas também se perde em carisma, e presença física. Com Dominic relegado a "vilão", Hobbs assume o protagonismo e executa algumas das façanhas mais insanas que já vimos nas telonas. Jason Stathan completa o trio. Com seu parkour e seu talento para a ação, também rouba  mais uma vez a cena. E é sempre melhor ter ele como mocinho do que como bandido. Melhor ainda, todos tem seu espaço para brilhar e se destacar.

Pena que um dos pontos negativos recaiam justamente sobre a personagem da Charlize Theron, a Cipher. O roteiro a prejudica, tanto com o seu plano sem sentido, como pela construção de vilã mal desenvolvida. Ela pode fazer de tudo com um computador, então,torna-se desnecessário "recrutar" o Toretto. Mas a história tem que ter um andamento e essa foi a justificativa. Também é imperdoável a rápida participação da Helen Mirren. Escalam uma super-atriz e lhe dão não mais que alguns minutos de cena???

Mas os filmes da série Velozes são assim mesmo:elenco estelar, roteiro limitado, zero de credibilidade, e cenas absurdas de ação,uma superando a outra. E daí? Paga o ingresso quem quer, e felizmente, muita gente paga, motivo pelo qual a série, de dois em dois anos, retorna aos cinemas. Os dois próximos já estão confirmados. Significa que veremos mais uma vez esses personagens desafiando todas as leis da física, bom senso e mortalidade. Afinal, eles podem pular de um despenhadeiro e se esborrachar. Sabemos que nem sangue vai escorrer do nariz.

E como curiosidade, é bom lembrar que os bastidores ganharam destaque por um certo desentendimento entre Johnson e Diesel. O Dwayne até alfinetou o colega, dizendo que ele não sabia como se comportar nos bastidores. Quando ele concluiu suas cenas, agradeceu publicamente mas fez questão de não citar o Diesel, e dizem que até nas entrevistas de divulgação dessa obra, eles se estranharam, tanto que os produtores decidiram que não seria legal colocar ambos na mesma sala para as entrevistas. Não se sabe se é boato ou foi somente uma forma de marketing.

Seja como for, Velozes 8 já é sucesso de bilheteria. O custo de produção foi 250 milhões, e ele está ainda em exibição.e atualmente ostenta o recorde de Maior abertura de todos os tempos, com US$ 532 milhões, apenas no primeiro final de semana, superando Star Wars: O Despertar da Força, (confira a série Star Wars aqui no blog, procure no marcador de buscas). Não se sabe se ele irá superar a bilheteria do último, mas certamente poderá mais uma vez chegar no bilhão. O consenso geral por enquanto,é que não é superior ao Velozes 7, mas é um dos melhores da franquia.



sábado, 29 de abril de 2017

Grandes Perosnagens do Cinema - Velozes & Furiosos e seus Intérpretes

Concluindo a participação dos Velozes no blog, vamos apresentar os principais personagens e seus intérpretes.

Dominic Toretto (Vin Diesel)

Nascido em Nova Iorque, em 1967, Diesel iniciou a carreira como ator de teatro, sem grandes expectativas de se tornar astro de cinema. Pode-se afirmar que seu primeiro trabalho que chamou a atenção foi um curta de 20 minutos chamado Multi-Facial, produzido, escrito, dirigido  e estrelado pelo próprio, em 1995. O filme acabou por ser exibido no Festival de Cannes e ganhou alguns fãs de peso, entre eles Steven Spielberg, que anotou o nome do ator para, quem sabe, usá-lo num futuro próximo.E de fato aconteceu,algum tempo depois, o famoso diretor o convidou para uma participação em O Resgate do Soldado Ryan,de 1998.

Depois disso, ele começou a realizar alguns trabalhos sem grande expressão, até dar vida ao primeiro personagem de destaque na carreira, o Riddick em Eclipse Mortal, de 2000. Seria no ano seguinte que os produtores o convidariam para estrelar o primeiro Velozes e Furiosos. Destacando-se na produção, o ator começou a chamar a atenção como um bom nome do cinema de ação.Indisposto a voltar para a sequência do Velozes, ele deu vida a outro conhecido personagem da carreira. O espião praticante de esportes radicais, Xander Cage, em Triplo X,de 2002.

Diesel era apontado como sucessor de Arnold Schwarzenegger, que por esse tempo estava ausente dos cinemas por conta da carreira política. Mas ele começou então a estrelar uma sequência de fracassos comerciais. Com a carreira em baixa,retornou para a franquia dos Velozes, dessa vez como um dos produtores,de onde não mais saiu. Pode-se afirmar que os maiores sucessos comerciais do ator, se concentram nessa série. Boa parte dos seus trabalhos como protagonista à parte da franquia Velozes e Furiosos,resultam em fracassos ou bilheterias medianas. O ator tem participação em 7 filmes da série.

Brian O"Conner (Paul Walker)

Nascido em Glendale,em 1973,a carreira começou cedo demais. Primeiro,surgindo ainda criança em comerciais,depois aos 12 anos,fez participações em algumas séries de TV. Nos cinemas começou a atuar a partir de 1985, mas a maioria dos seus trabalhos nessa fase são todos dispensáveis. A carreira deslancharia mesmo após o sucesso do primeiro Velozes e Furiosos,onde deu vida  ao personagem que o tornaria conhecido. O sucesso foi tamanho que ele protagonizou a sequência, Mais Velozes Mais Furiosos.No intervalo das filmagens da série, Paul foi praticamente quem mais trabalhou, atuando numa boa média de filmes. Podemos destacar como conhecidos:Linha do Tempo, Mergulho Radical, A Conquista da Honra, No Rastro da Bala, Distrito 13. Mas assim como o amigo Vin Diesel, seus maiores sucessos se concentraram mesmo na série dos Velozes. Ao todo foram 6 filmes.

Infelizmente a carreira acabaria terminando cedo demais. O ator morreu aos 40 anos em 2013, num trágico acidente envolvendo um Porsche, no qual ele estava no banco do passageiro.

Letty (Michelle Rodriguez)

Nascida em San Antonio em 1978, a carreira iniciou em 2000. Pode-se afirmar que, do elenco feminino, é quem tem mais trabalhos e a carreira mais estável. Após estrelar o primeiro Velozes,embarcou em outra franquia conhecida, a Resident Evil, em 2002. Também realizou muitos trabalhos no intervalo das filmagens, incluindo uma participação na segunda temporada do famoso seriado Lost. A atriz é conhecida por sempre interpretar personagens duronas e casca grossas. No currículo, além dos já citados, tem um peso-pesado das bilheterias, nada menos que Avatar, de 2009, o maior campeão de bilheterias da história do cinema.

A atriz é conhecida por suas personagens sempre morrerem e depois retornarem. Ocorreu tanto em Resident quanto em Velozes e Furiosos. Ela participou até o momento,de 6 filmes da série.

Mia Toretto (Jordana Brewster)

Nascida na Cidade do Panamá em 1980,Jordana tem dupla cidadania, americana e brasileira. A carreira iniciou como atriz de novelas e depois fez participação numa série de TV. Nos cinemas,o início ocorreu em 1998, sendo que a personagem mais conhecida é realmente a Mia. Pena que a atriz é mal aproveitada na série dos Velozes.Irmã de Dominic e interesse romântico de Brian, sua participação se resume mais como figurante praticamente, entre uma cena  e outra. Com a morte do Paul,pode-se dizer que a série já era para ela. Na carreira, tem como destaque o filme O Massacre da Serra Elétrica - O Início, de 2006. Já sua personagem mais conhecida foi retratada em 5 filmes da franquia. Atualmente seu trabalho mais conhecido é na série de TV, Máquina Mortífera.

Roman Pearce (Tyrese Gibson)

Nascido em Los Angeles, em 1978, Tyrese divide a carreira entre a música e o cinema. Como cantor,tem 7 álbuns lançados. A carreira como ator iniciou em 2000. Veio chamar a atenção mesmo com o Mais Velozes Mais Furiosos, de 2003, após roubar a cena com seu personagem. Tyrese tem no currículo, participação em outra franquia bilionária, Transformers. Na franquia Velozes, fez participação em 5 filmes.

Tej (Chris "Ludacris" Bridge)

Nascido em Champaign, em 1977, iniciou a carreira como Rapper, e atualmente tem 11 álbuns lançados. No cinema, iniciou a carreira em 2000, e como boa parte do elenco, veio a se destacar com a franquia Velozes e Furiosos, vivendo o mecânico/hacker Tej, personagem que ele reprisou em 5 oportunidades. Também tem participações em algumas conhecidas séries de TV, como Law e Order e Os Simpsons.

Agente Hobbs (Dwayne Johnson)

Nascido em Hayward, em 1972, não necessita de apresentações. É um dos maiores astros da nova safra do gênero ação. Como esportista, iniciou como jogador de futebol americano universitário e depois tornou-se lutador profissional e ganhou fama nacional durante sua passagem pela World Wrestling Federation (WWF/E) entre 1996 e 2004 como a principal figura da empresa. Detém vários títulos como lutador.

A estréia no Business iniciou no conhecido Saturday Night e sua primeira aparição no cinema foi como o Escorpião Rei, no Retorno da Múmia, de 2001. Não demorou para o jovem astro ascender em Hollywood. O físico impressionante aliado à altura, além da mítica como lutador, fora o enorme carisma, renderam atenções imediatas para ele e trabalhos para as telonas começaram a pipocar.

Entre os trabalhos de destaque temos, Com as Próprias Mãos, O Escorpião Rei, Doom: A Porta do Inferno, Agente 86, Rápida Vingança, O Fada do Dente, Sem Dor Sem Ganho, G.I Joe: Retaliação, O Acordo, Hércules, Terremoto: A Falha de San Andreas.

O sucesso em vários filmes levou à sua contratação à série Velozes e Furiosos, onde ele vive o obstinado e temível Agente Hobbs, dando vida pela 4ª vez ao personagem esse ano.

Deckard Shawn (Jason Stathan)

Nascido em Shirebrook, em 1967, Inglaterra, é outro que dispensa apresentações. Assim como o Johnson, é outro dos grandes nomes da ação atualmente. Statham não utiliza dublês para fazer cenas de luta por ser um mestre de artes marciais.

A carreira iniciou em 1998 e são muitos os filmes de destaque no currículo. Como protagonista, estrelou a trilogia Carga Explosiva, uma das maiores referências da carreira. E tem participações em Os Mercenários, de Sylvester Stallone. Outra franquia que ele retornou recentemente foi Assassino a Preço Fixo.

Na contramão, se destacou em: Snatch-Porcos e Diamantes, Celular - Um Grito de Socorro, Uma Saída de Mestre, Efeito Dominó, Corrida Mortal, O Código, Parker, A Espiã Que Sabia de Menos e Adrenalina.

Em 2015 ingressou o elenco de Velozes e Furiosos 7 e esse ano retorna para o 8º.

Gisele (Gal Gadot)

De nacionalidade israelita, e nascida em 1985, a Gal se projetou primeiro como Miss Israel, em 2004 e representou o país no concurso de beleza Miss Universo naquele mesmo ano. Ela então começou a alternar a carreira como atriz e modelo.

Sua estreia no cinema foi no Velozes e Furiosos 4, interpretando a informante Gisele. Na sequência voltou para as parte 5 e 6. Entretanto, a personagem pela qual pode-se afirmar que ela já está consagrada é ninguém menos que a Mulher-Maravilha, super-heroína da DC Comics.

Gadot a interpretou pela primeira vez no blockbuster Batman Vs Superman, de 2016. Em 2017 vai estrelar o filme solo da personagem em junho e em novembro retorna em outro blockbuster: Liga Da Justiça.

Han (Sung Kang)

Nascido em Gainesville, em 1972, a carreira iniciou em 2002, com papeis sem grande destaque. Sua primeira aparição na série foi em Velozes e Furiosos 3 e posteriormente ele retornaria nos 3 filmes seguintes. Como destaques, ele tem uma pequena participação em Duro de Matar 4 e atuou com Sylvester Stallone em Alvo Duplo.



sábado, 22 de abril de 2017

Resenha Cinéfila Velozes e Furiosos 7 - Furious 7

Como de costume, o novo filme parece querer superar o antecessor em tudo, e o mais impressionante é que ele consegue sim. É superior qualquer aspecto. Tanto que rendeu uma grande bilheteria.

E aqui vamos nós conferir mais um filme desta série....
Velozes e Furiosos 7 - Furious 7
Pais Estados Unidos
Classificação - Inadequado para menores de 14 anos
Ano - 2015
Duração - 139 min 
Direção - James Wan
Produção - Neal H. Moritz, Vin Diesel, Michael Fottrell
Produção executiva - -Amanda Lewis, Samantha Vincent, Chris Morgan
Roteiro - Chris Morgan
Baseado em Personagens de Gary Scott Thompson
Gênero - Ação
Música - Brian Tyler
Direção de arte - Bill Brzeski
Figurino - Sanja Milkovic Hays
Cinematografia - Stephen F. Windon, Marc Spicer
Edição - Christian Wagner, Dylan Highsmith, Kirk Morri, Leigh Folsim Boyd
Companhias produtoras - Original Film, One Race Films, Media Rights Capital, China Film, Relativity Media
Distribuição - Universal Pictures
Lançamentos:
Brasil 2 de Abril de 2015
Portugal 2 de Abril de 2015
Estados Unidos 3 de Abril de 2015
Idioma - Inglês
Orçamento - US$ 190 milhões
Receita - US$ 1.516.045.911

Dominic Toretto - Vin Diesel
Brian O'Conner - Paul Walker
Luke Hobbs - Dwayne Johnson
Letty - Michelle Rodriguez
Deckard Shaw  - Jason Statham
Roman - Tyrese Gibson
Ramsey - Nathalie Emmanuel
Tej - Ludacris
Sean Boswell - Lucas Black
Elena - Elsa Pataky
Mia Toretto - Jordana Brewster
Sheppard - John Brotherton
Jakande - Djimon Hounsou
Han - Sung Kang
Twinkie - Shad Moss
Sr. Ninguém / Petty - Kurt Russell
Kara - Ronda Rousey
Santos - Don Omar
Jack O'Conner - Miller Kimsey

Após os acontecimentos em Londres, Dom (Vin Diesel), Brian (Paul Walker), Letty (Michelle Rodriguez) e o resto da equipe tiveram a chance de voltar para os Estados Unidos e recomeçarem suas vidas. Mas a tranquilidade do grupo é destruída quando Ian Shaw (Jason Statham), um assassino profissional, quer vingança por seu irmão,o vilão do filme anterior. Agora, a equipe tem que se reunir para impedir este novo vilão. Mas dessa vez, não é só sobre ser veloz. A luta é pela sobrevivência.

A saída de Justin Lin da direção foi compensada com a  escolha de um novo diretor asiático.E não foi qualquer um. Quem assumiu a missão de comandar a nova aventura de Toretto, O'Conner e cia,foi ninguém menos que o James Wan. O nome certamente não é estranho, ele lançou três famosas franquias de terror: Jogos Mortais, Sobrenatural e Invocação do Mal. Mas como se sairia num filme que fazia parte de uma franquia milionária?

Como de costume,novos nomes foram integrar o elenco já conhecido. Mas um em particular causou alvoroço entre os fãs. Dessa vez o antagonista seria vivido por ninguém menos que outro famoso e conhecidíssimo nome do cinema de ação atual, o britânico Jason Stathan, formando ao lado do Diesel e Johnson, a trindade dos capilarmente prejudicados atores hollywoodianos.

 Outros nomes conhecidos reforçaram a trupe, o veterano Kurt Russel, o Djimon Hounson e um conhecido artista marcial, o Tony Jaa,tailandês que brilhou em filmes como Ong Bak-Guerreiro Sagrado e O Protetor, aqui fazendo sua estréia em Hollywood. Como curiosidade, a conhecida lutadora de MMA, Ronda Rousey faz também uma participação. E temos uma ponta do Lucas Black, protagonista do Velozes 3.

O novo vilão, Deckard Shaw, vivido pelo carismático Stathan é ainda mais letal que o seu irmão, Owen Shawn. Ex-agente britânico, tal qual o irmão, ele é um fantasma extremamente perigoso, como os demais personagens irão descobrir. O sujeito não tem escrúpulos em enviar uma bomba capaz de matar toda a família de Dom, invadir e destruir um hospital na visita ao irmão que está em coma, e até mesmo ser ousado e adentrar os escritórios do DSS em busca de informações e de cortesia, ainda mandar o brutamontes Hobbs para o hospital.

Com tudo isso, não resta alternativa a Dominic, a não ser passar de caça a caçador. O problema é, como encontrar um fantasma? A resposta surge com o misterioso Sr. Nobody, (Kurt Russel) líder de alguma agência governamental secreta, que faz um acordo com Dom e sua equipe, eles tem de resgatar uma hacker chamada Ramsey, que desenvolveu  o Olho de Deus, um programa de computador que utiliza dispositivos digitais para rastrear uma pessoa. Uma vez de posse do programa, localizar o vilão seria simples.

Nada do que foi visto até então,em termos de ação,pode ser comparado ao que o 7º episódio iria proporcionar. A ação é potencializada ao seu expoente máximo, parece não haver limites para os seus realizadores superarem o que já tinha sido feito antes. Fica difícil referenciar uma única cena entre as tantas. Podemos destacar por exemplo a absurda sequência em que nossos heróis pulam de um avião de carga com seus carros,a centenas de metros de altura. E sabe o mais absurdo ainda? A cena é real, não é derivada de efeitos de computador ou coisa parecida. O que a torna realista por mais impossível que seja conceber tal possibilidade. Ou a ofegante cena em que Dom e O'Conner atravessam três prédios em Abu Dhabi.

O malaio James Wan, o quarto diretor a assumir a série, sai aqui de sua zona de conforto para mostrar que o terror  não é o único gênero que domina. O cineasta cria recursos visuais para registrar os balés dos carros e das lutas, abusando de ângulos e movimentos, sempre acompanhando a ação de muito perto e valorizando o 3D com sequências de puro entretenimento.

Cada sequência de Velozes e Furiosos 7 é pensada para explorar uma estética distinta. Há cenas no deserto, fechadas em interiores, em florestas, no topo de precipícios, no ar, essencialmente urbanas... cada uma com uma qualidade distinta. Em todas, o hiperbólico é a regra. Carros desafiam as leis da física, assim como os humanos as da biologia. Vin Diesel e seus companheiros saem ilesos de provações que transformariam em pasta qualquer pessoa. Nem uma gotinha de sangue escorre pelo nariz dos truculentos.

O elenco está em boa sintonia, embora ninguém ligue muito para a jornada de redescoberta da personagem de Michelle Rodriguez. Jordana Brewster é deixada praticamente de lado, enquanto que Tyrese Gibson e Ludacris surgem como alívio cômico. Dentre as novidades, Nathalie Emmanuel, a Ramsey, não compromete e se torna a mais nova integrante do grupo e Kurt Russell oferece uma performance bem cool como o agente especial Sr. Ninguém. Bem humorado e à vontade,o veterano ator consegue ser divertido.Tony Jaa como esperado, impressiona com suas acrobacias e seu talento marcial.

Mas é nos quebra paus mesmo que a diversão é garantida. Stathan se bate com o Johnson, em seguida com o Diesel, enquanto o Paul manda ver no braço com o Jaa e na contramão, a Michele se dá mal ao enfrentar a temível Ronda Rousey, (que por esse tempo ainda não havia perdido o cinturão de campeã de MMA).

Infelizmente nem só pela ação desenfreada, o carisma dos personagens e a diversão que o Velozes 7 ficaria marcado. Seria pela trágica perda justamente de um de seus protagonistas, o Paul Walker.Em novembro de 2013, o galã saia de um evento em companhia de um amigo, pegando carona no banco do passageiro em um Porsche. O ator, cujo personagem encarava cenas a mais de 200 km por hora, acabou morrendo totalmente carbonizado,quando o amigo perdeu o controle do veículo e ele bateu num poste e numa árvore,vindo a explodir de imediato. O acidente ocorreu no intervalo das filmagens do Velozes 7, e o Paul havia somente filmado metade de suas cenas. Sua triste partida deixou todo o elenco e equipe técnica consternados. E como resolver o problema da ausência de seu personagem? Felizmente nos dias atuais, os técnicos hollywoodianos possuem recursos para driblar até mesmo a morte. Contando com a ajuda de dublês e dos próprios irmãos de Paul, Caleb e Cody, além de quatro atores com corpos semelhantes ao físico de Walker, e com efeitos derivados de CGI e técnica de captura de movimentos, voz ajustada também em computador, e sobreposição de imagens, o que se vê em cena é o próprio ator, do inicio ao fim do filme. Velozes 7 torna-se uma homenagem mais que merecida ao jovem astro, que se foi de forma inesperada. Ao final, uma comovente sequência de despedida marcou o fim de sua passagem pela série.

O filme ao ser lançado, finalmente conseguiu algo que os antecessores não conseguiram, alcançar a unanimidade. Os críticos parecem ter entendido que o filme deve ser encarado como uma diversão descompromissada, e nesse quesito, essa sequência se saiu muito bem. Eles deram uma trégua e aceitaram que o melhor seria desligar o cérebro e desfrutar dos absurdos, afinal, cinema é diversão. O filme também alcançou um feito inédito, ultrapassou finalmente a barreira do bilhão. Esse título aqui fez nada menos que mais de 1 bilhão e 516 milhões de dólares, entrando para o seleto grupo de produções a ultrapassar essa marca. Em parte, a morte de Walker também contribuiu, pois todos queriam ver sua última performance na série que o imortalizou. 

Talvez entre os críticos e fãs ajam um consenso:esse é até o momento, o melhor filme da franquia, que não vai acabar por aqui.



domingo, 16 de abril de 2017

Resenha Cinéfila Velozes e Furiosos 6 - Fast & Furious 6

Em time que está ganhando não se mexe. Após fazerem a maior bilheteria da serie com o filme anterior, os produtores decidiram manter parte do elenco que  fez o Velozes 5 o sucesso que foi. Houve uma enxugada no elenco e alguns personagens sem muita importância ao grupo de Dominic foram dispensados. Em compensação houve o reforço do ator britânico Luke Evans, como o mais novo antagonista da turma.


Velozes e Furiosos 6 - Fast & Furious 6 
Pais -  Estados Unidos
Classificação - Inadequado para menores de 14 anos
Ano - 2013
Duração - 130 min 
Direção - Justin Lin
Produção - Neal H. Moritz, Vin Diesel, Clayton Townsend
Produção executiva - Justin Lin, Amanda Lewis, Samantha Vincent, Chris Morgan
Roteiro - Chris Morgan
Baseado em - Personagens de Gary Scott Thompson
Gênero - Ação
Música - Lucas Vidal
Direção de arte - Jon Roelfs
Figurino - Sanja Milkovic Hays
Cinematografia - Stephen F. Windon
Edição - Christian Wagner, Kelly Matsumoto, Dylan Highsmith
Companhias produtoras - Relativity Media, Original Film, One Race Films
Distribuição - Universal Pictures
Lançamentos:
Portugal 23 de Maio de 2013
Estados Unidos 24 de Maio de 2013
Brasil 24 de Maio de 2013
Idioma - Inglês
Orçamento - US$ 160 milhões
Receita - US$ 788.679.850

Vin Diesel - Dominic Toretto
Paul Walker - Brian O'Conner
Dwayne Johnson - Luke Hobbs
Michelle Rodriguez - Letty
Luke Evans - Shaw
Tyrese Gibson - Roman
Ludacris - Tej
Gina Carano - Riley
Sung Kang - Han
Gal Gadot - Gisele
Jordana Brewster - Mia Toretto
Elsa Pataky - Elena
Kim Kold - Klaus
Joe Taslim - Tah
Matthew Stirling - Oakes
David Ajala - Ivory
Thure Lindhardt - Firuz
Shea Wigham - Agente Ben Stasiak
John Ortiz - Braga / Campos
Andy Pointon - Terry
Victor Gardener - Roelfs, Comandante da NATO
Jason Statham - Ian Shaw
Jason Thorpe - Organizador do Leilão
Huggy Leaver - Dono da Loja de Penhor
Alexander Vegh - Analista Forense
Magda Rodriguez - Secretária
Rita Ora - Garota da Corrida

Desde que Dom (Vin Diesel) e Brian (Paul Walker) envolveram-se com um chefão do crime no Rio de Janeiro e agora andam fugitivos e separados pelo mundo. Enquanto isso, o agente Hobbs (Dwayne Johnson) persegue uma organização de mercenários pilotos por 12 países, cujo mentor (Luke Evans) é ajudado por uma impiedosa aliada. Para prendê-los, Hobbs, então, decide fazer um acordo com Dom (Vin Diesel) e sua equipe para que vença esse bando nas ruas de Londres e, em troca, eles poderão retornar ilesos para casa.

O  filme começa de onde o anterior parou e dessa vez existe uma reviravolta na história. O durão Hobbs se vê obrigado a formar uma nova parceria com Toretto e sua turma. O grandalhão tem os argumentos convincentes, pois quem retorna do além túmulo é uma conhecida personagem da franquia, cujas cenas pós-crédito do filme antecessor já haviam antecipado, a durona Letty, que supostamente teria morrido no Velozes 4. Mas em Hollywood, especialmente nas franquias de ação, a morte pode ser remediada. Que o diga a sua interprete, Michele Rodriguez, que integra outra conhecida franquia, a Resident Evil, na qual a sua personagem também morreu e posteriormente retornou à série. Benditos roteiristas....

Hobbs promete o perdão para Toretto e sua trupe caso eles o ajudem a deter o novo vilão da história, Owen Shawn, vivido pelo Evans. A série finalmente ganha um vilão à altura dos nossos heróis. Shawn é um ex-integrante de Forças Especiais, que agora se tornou um mercenário e age interessado em se apoderar de um artefato que pode render milhões no mercado negro e em mãos erradas se tornaria uma ameaça mundial. Acontece que o figura não age sozinho, ele comanda uma equipe tática extremamente mortífera e com habilidades suficientes para se bater de frente com Dom, Brian e sua equipe. Disposto a encontrar sua amada e entender o que aconteceu com ela, e também visando o interesse dos amigos em poder retornar livres aos States, Dominic aceita o acordo de Hobbs e uma aliança improvável é firmada.

Vale destacar a equipe rival, cada um dos seus integrantes é extremamente competente no que faz, e numa piada do carismático Roman, ele mata a xarada, eles são as versões malvadas dos "mocinhos". Luke Evans encara seu personagem com seriedade, se torna um vilão realmente ameaçador. E ao contrário dos anteriores, é bastante cerebral, além de contar com um enorme poder de fogo. Outro destaque são os veículos usados pelos vilões. Não é à toa que os heróis são ineficazes no primeiro embate com o grupo de Shawn.


A nova aventura tem seus erros e acertos como os demais filmes, mas dessa vez o roteiro é bem costurado e faz uma ponte com os antecessores,o que torna para quem não conhece a franquia, uma obrigação conferi-los para entender certas referências. E a ação não se limita a um único país, ela se estende por Londres, Espanha, Rússia, etc. No início do filme é possível entender todos os acontecimentos que levaram a equipe até aquele momento. São cenas de todos os outros títulos (com exceção do terceiro) que mostra desde o começo de tudo, a formação das alianças que acabaram gerando essa família meio disfuncional. Mas, ficou faltando uma peça, que é a presença da Letty membro original da equipe, primeiro amor de Toretto e a chave de todo esse enredo.

A escolha do elenco de “irmãos gêmeos malvados” foi muito bem feita. Havia um para cada um deles o que acabou aumentando, de forma considerável, a qualidade das cenas de luta onde era possível enxergar os atores de fato brigando, sem cortes abruptos que deixam o espectador confuso se ainda são os atores ou os dublês. Os cortes, quando aconteciam, eram mais precisos e serviam para mostrar a luta em enquadramentos diferentes. O grande destaque dos embates,sem dúvida alguma é entre a Letty e a conhecida lutadora marcial Gina Carano, aqui interpretando uma integrante da equipe de Hobbs. As duas saem no braço numa sequência seca, capaz de fazer inveja a muitos marmanjos.

Outro destaque são as cenas de ação, numa escala ainda maior que a vista no filme anterior. São várias, mas sem dúvida os grandes momentos são a impressionante sequência em que o grupo tenta deter um tanque, (atenção para uma cena estupidamente absurda envolvendo Toretto e Letty) e a sequência final que é pura adrenalina,onde o grupo todo tenta deter um imenso avião de carga, numa das cenas mais impressionantes de todo o cinema de ação moderno. Como sempre, ignore as leis da física, faça de contas que os personagens são na verdade protótipos do T-1000 (o inesquecível vilão do Exterminador do Futuro 2), já que eles enfrentam de tudo e surgem sem um único arranhão.


O diretor Justin Lin, não está preocupado em elaborar uma grande história para seu filme. Entende bem seu público e o que ele busca. Ele precisa apenas de uma desculpa para criar uma continuação, um vilão que tenha gosto por carros, locações com estradas atraentes e grana para trabalhar os efeitos especiais. O roteiro na verdade é mera desculpa pra se criar essas cenas. De tudo existe um pouco:tiradas cômicas que hora funcionam, hora são dispensáveis, um melodrama chato tanto quanto o espaço para o romance piegas entre Dom e Lety, Não podemos ignorar um fato que não tem absolutamente importância alguma para história: Brian volta aos EUA, onde é procurado, infiltra-se numa prisão onde muitos querem matá-lo e volta a Londres com uma "preciosa" informação que não serve para nada. Risco corrido à toa.

Na verdade, se o filme fosse levado a sério, o maior absurdo mesmo seria recrutar um grupo formado por malucos que se arriscam em alta velocidade, sem treinamento algum e que ainda por cima são criminosos foragidos, para prender um sujeito de altíssima periculosidade procurado internacionalmente. Sendo que o único talento que eles tem para se bater com essa turma, são os conhecimentos em carros turbinados. E contam com muita sorte. Individualmente falando, Toretto é um durão de cara fechada, que não leva desaforo para casa e resolve tudo na porrada, e só, Brian um ex-policial, único do grupo com algum treinamento, Roman, um piadista sem talento algum para a ação, Jet, um excelente hacker, Han, totalmente inútil e Gisele uma armeira pouco aproveitada. Que chances esse pessoal teria contra o grupo arqui rival?
Mas quer saber? Como sempre nada disso importou. A crítica dessa vez foi generosa com o filme, salvo umas negativas aqui e acolá. Até mesmo eles se divertiram e ficaram impressionados com a ação sem limites. Vale ressaltar que esse até então, foi o mais longo da série, com duas horas de duração. E também finalmente colocou uma ordem na cronologia, pois em seus créditos finais, o filme faz a ponte com uma cena dos Velozes 3, ao mostrar que o Han não morreu num infeliz acidente, na verdade, ele foi assassinado. O que sugere que o Velozes 3 se passa após os eventos desse aqui. Ah, e essa cena pós-créditos certamente deixou os fãs pulando nas cadeiras, pois já anunciava quem seria o antagonista da 7ª aventura, um sujeito acostumado a lidar com cargas explosivas.

Velozes 6 provou aos produtores que o caminho a ser seguido era aquele mesmo e ponto final. O filme foi ainda mais lucrativo que o antecessor, fazendo mais de 788 milhões nas bilheterias. Foi também a despedida do Justin da cadeira de diretor. Há quem diga que ele saiu da série por conta do Vin Diesel, cujos boatos costumam falar que ele gosta de tumultuar os bastidores da franquia, principalmente por ser um dos produtores. O filme também rendeu algumas versões para games.



 
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