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terça-feira, 11 de julho de 2017

Bases do BDSM e seus significados.


🚫 Vamos falar de coisa séria? 🚫

Bases do BDSM e seus significados.

🔴 SSC = São, seguro e consensual.
No SSC todos os envolvidos devem estar mentalmente saudáveis, agir com consensualidade e acima de tudo com segurança. SSC é a segunda base mais rígida do BDSM, creio eu, onde muitos dos fetiches não podem ser inclusos porque oferem riscos reais aos envolvidos, mesmo que controlados. SSC é uma base mutio conhecida pelo uso de uma palavra ou gesto de segurança.

🔴 SSS = São, seguro e sensual.
Distingue-se do SSC por rejeitar a consensualidade.
E o que é sensualidade? Sensualidade é a relação baseada no prazer mútuo, no respeito, no bom senso, no conhecimento profundo dos parceiros, na responsabilidade do Dominante em conduzir a cena de forma que o resultado final seja recompensante tanto ao Dominante que não teve restrições ao seu Domínio senão o Bom Senso, a Saúde, Segurança, e ao submisso que tem sua integridade física e mental rigorosamente observada.

🔴 TPE = Troca total de poder.
TPE é consensual, mas sem nenhuma obrigatoriedade de sexplicações. Dentro do TPE, o submisso se entrega totalmente ao dominador, onde tudo ocorre conforme o dominador deseja, sem explicação prévia, aviso ou palavra de segurança. Tendo como base o profundo bom-senso da parte dominante. TPE é similar ao SSS.

🔴 RISSCK = Fetiche consensual, 
Seguro e são com riscos informados.
É um SSC bastante técnico. Cheio de análises de risco – e que naturalmente comporta coisas mais complicadas que uma simples chicotada, mas ainda assim seguras e sâs. RISSCK também possui palavra de segurança. Ele é muito mais focado em relações 24/7.

🔴RACK = Tara consensual consciente de risco.
Criada para se contrapor ao SSC. Enquanto no SSC as pessoas estão seguras pela safeword, no RACK elas estarão conscientes do risco.

🔴Risk-Aware (determinação de riscos)
Ambos, ou todos o parceiros, estão bem informados dos riscos envolvidos na atividade proposta.
Consensual
Conhecido esses riscos, ambos ou todos os parceiros, de espontânea vontade, oferecem um consenso preliminar para realizar a dita atividade.

🔴Kink (perversão)
A atividade tida como classificada como sexo alternativo.

🔴PCRM = Prática consensual com risco mínimo.
A expressão RACK é mais exata do que a expressão SSC, entretanto mesmo assim não é perfeitamente exata, por isso proponho um novo conceito, segundo o qual as práticas do BDSM devem ser Consensuais, almejando-se sempre o risco mínimo ou a minimização máxima dos riscos; logo, a expressão correta deve ser Prática Consensual com Risco Mínimo. Essa nova expressão, a PCRM, além de ser mais exata, também elimina um termo que, pelo menos no Brasil, é pejorativo, o de “tara”; pois que não nos considero tarados, muito menos anormais, e sim apenas pessoas que admitiram a sua natureza e a exercem de modo sadio e dentro da lei, diferente da hipocrisia dominante que tenta negar seus instintos ou dos desejos “feijão-com-arroz” dos baunilhas.

🔴PRICK = Fetiche consensual com responsabilidade pessoal informada.
No PRICK coisas que não são seguras podem ser praticadas, ele é focado em cenas, inclusive profissionais.

🔴PR – Responsabilidade pessoal
Significa que a responsa é de quem aplica em segundo lugar, e de quem pede em primeiro.
I – Informado
Significa que essa responsabilidade sobre o que será feito é avaliada e transferida aos devidos autores.

🔴CK – Fetiche consensual
No PRICK não se analiza risco. Apenas se assume a responsabilidade sobre ele, onde há termos assinados. Aqui pode-se usar espetos, pregos grandes, geralmente usado nas cenas mais hardcores em vídeos de sites pornográficos. Tudo é permitido desde que haja um termo e a pessoa assine neste.
É indicado que novatos mantenham distância ou tomem cuidado ao se envolver com supostos praticantes do PRICK e RACK, pois são práticas “Hardcores”, que devem ser praticadas por pessoas experientes, que sabem o que estão fazendo e como estão fazendo.

Fonte: http://feticheclub.com.br



terça-feira, 23 de maio de 2017

Especial Cerimônias - Encoleiramento - Conheça todo o ritual


À pedidos, nós republicamos  o texto sobre a cerimônia do encoleiramento, acrescentando novas informações, então....

Poucas coisas no BDSM são mais significativas do que a coleira usada por uma submissa que tem Dono. É o símbolo externo de compromisso feito entre um Dominador e uma submissa, uma marca de propriedade.

A submissa caminha em direção ao seu Dono e revela sua vontade de viver sua vida pelas regras do BDSM. "Senhor quero fazer do BDSM o meu estilo de vida".

O Dominador a aguarda com a coleira que será colocada na submissa. Toca um sino anunciando o inicio da cerimônia. A submissa caminha em direção ao seu Dono.

Um segundo sino toca... O Dominador entrega a coleira nas mãos da submissa.

A submissa com a guia na mão faz o seguinte juramento: "Eu O ofereço esta guia para que me guie e me dirija pela minha vida. É meu desejo pertencer ao Senhor e segui-lo por onde achar que devo".

O Dominador pega a guia da mão da submissa e declara... "Eu aceito esta guia como símbolo de sua entrega e prometo guia-la seguramente pelos caminhos da vida. Você me pertence e eu farei de tudo para protege-la em minha jornada".

O Dominador pede a submissa que se ajoelhe a sua frente e pega a coleira para colocar em seu pescoço. "Você ajoelha-se aos meus pés e aceita este símbolo de minha propriedade como uma marca para nós e para os outros que encontraremos em nossa jornada?"

A submissa se ajoelha, cabeça alta, porem olhos baixos. Será a ultima vez que será "pedido" para ela ajoelhar-se. "Me ajoelho como sinal de minha submissão e aceitação de sua coleira. Eu a usarei com orgulho por todos os meus dias, Senhor".

Ele então coloca a coleira e diz "Você agora me pertence".

"Eu agora a pertenço, Mestre". É a primeira vez que a palavra Mestre será usada na cerimônia.

Dominador, então diz: "Eu aceito sua vontade de me servir e aceito os segredos de seu coração. Vou honrar seus desejos e necessidades. Você me pertence e é, portanto, parte de meu corpo, da minha alma e de meu destino".

Submissa... "Eu aceito suas condições e respeito os segredos de seu coração. Vou amá-lo e honrá-lo enquanto o sirvo da melhor maneira que conseguir. Abrirei minha cabeça e minha alma tendo certeza que quer sempre o melhor para mim. Minha submissão ao senhor é um presente dado com prazer e não deverá nunca se tornar um fardo. Sou agora parte do senhor e respeitarei isto, já que agora nós nos tornamos um".

O Dominador prende a guia a coleira e com um leve puxão, simbolizando a nova condição de Mestre e sub, "comanda" que ela levante-se. Os sinos tocam anunciando um novo vinculo formado. Ele a beija. O casal se abraça mostrando o afeto entre eles. O Mestre oferece uma jóia a ser usada quando a coleira é imprópria.

O encoleiramento é algo levado a serio na comunidade BDSM e o significado deste não deve nunca ser esquecido.

Símbolos

Submissa: carrega uma única flor a qual é ofertada ao Dominador.
Dominador: carrega uma chibata simbolizando seu papel no mundo BDSM.

(Retirado do site Reino de K)

sábado, 4 de junho de 2016

Sinais de alerta de um Dominante Falso


Muitas pessoas novas para o mundo do BDSM não têm a educação e / ou experiência de dizer a diferença do que é considerado "normal" eo que é abuso no estilo de vida .

Aqui está uma lista de coisas a olhar para fora para que são sinais óbvios de um abusador posando como um Dominante .

& Controlando o comportamento devido ao medo de perder o parceiro.
& Isolando o submisso da família e dos amigos
& Desanimador comportamento auto-suficiente
& Não permitir qualquer interação social que não inclui o Dominante
& Fora de controle o ciúme
& Explosivo temperamento
& Se comporta como uma criança mimada quando não recebendo seu / sua maneira
& Abusos de drogas / álcool
& Não toma a responsabilidade por erros
& Usa comportamento doentio para ganhar controle sobre o submisso
& Chantagem Emocional - exemplo: Mantendo o submisso em um constante estado de medo que o relacionamento vai acabar se eles não conseguirem o que querem.
& Emocional Retirada - Exemplo: Usando o "tratamento silencioso" ou fisicamente retirada e cortando todo o contato em vez de comunicar e assumir a responsabilidade pela situação.
& Retirada de afeto
& Recusando-se qualquer / todos intimidade como uma punição que pode ser bastante prejudicial e reforça o temor de que o submisso vai perder o relacionamento, a menos que ele / ela dá a este tipo de chantagem.
& Se o seu Dominante mostra algum destes sinais de uma forma consistente, por favor, procure aconselhamento ou ajuda de Dominadores experientes ou subs para obter uma opinião imparcial da situação.

Por Lord Aly

Parceria BDSM Society

sábado, 28 de maio de 2016

Casados & BDSM


Melhor do que falar sobre escravas casadas é estender o assunto para as pessoas casadas em geral, pois é a realidade de boa parte daquelas que passeiam pelo Universo BDSM.

Os “Casados” aqui são pessoas com qualquer tipo de relacionamento no mundo baunilha, e o que deve ser observado, são os motivos que as levam permanecer neste relacionamento, enquanto buscam algo que as complete em outro universo.

Já coloquei no texto “transição” a minha opinião sobre as relações baunilha e baseado no que sempre observei à minha volta, acredito que estas têm uma validade ou tempo certo para expirar, variando de casal para casal. Contudo, são fadadas ao fracasso, pois já começam mal desde o início.

É um fracasso relativo, pois acontece apenas para quem varre a própria natureza para debaixo do tapete e se conforma com isso. Com certeza, a maioria nasceu mesmo para ser baunilha, incluídos 92,5% dos que teimam em se achar e passear pelo BDSM.

O mundo baunilha no que tange às relações humanas tem duas características marcantes. Aparências e hipocrisia. É o mundo da superfície, da imagem. Você é julgado primeiro pela sua conta bancária, pelo que veste ou pelo carro que dirige.

É o mundo da hipocrisia, pois existe uma insistência geral em se buscar um equilíbrio de forças dentro de relações humanas, onde o equilíbrio simplesmente não existe. E como já falei tantas vezes, estes baunilhas que ficam se achando mais do que são, quando trazem para dentro desse universo estes valores tão primitivos, são uma das maiores causas das distorções que vemos no BDSM e adjacências.

Vida dupla

O mundo baunilha é um grande mal necessário, afinal de contas, aonde iriam se situar aquelas “pessoas da sala de jantar que ficam ocupadas em nascer e morrer” da música panis at circencis? E “esses humanos que circulam pelas cidades aí afora” da música do Supla? Coitados... ficariam perdidos.

Mas a opressão da natureza é tanta, que mesmo para algumas pessoas baunilhas, não dá para aguentar. E se formam algumas camadas superiores a partir das erupções formadas por essa “pressão”. Casamento aberto e o swing são os efeitos nas pessoas mais evoluídas. Para as menos evoluídas, sobra a vida dupla, formada basicamente pelo adultério ou mesmo o sexo pago.

A vida dupla não é a mais honesta, mas é algo absolutamente comum dentro do mundo baunilha, e infelizmente, muitas vezes inevitável para aqueles tem algum tipo de impedimento externo ou para os que não têm coragem de assumirem o que são. Além disso, a natureza humana sempre nos conduzirá para atitudes que mantenham o equilíbrio.

Por outro lado, não vou me ater aqui aos motivos que levam as pessoas a "pularem esse muro" e sim, aos seus efeitos. Falar dos motivos pelos quais uma relação não dá certo é algo que por si só daria um belo tratado sobre as relações humanas. Até porque, já falei em outras oportunidades, que o problema não está nos formatos de relações e sim na escolha dos parceiros, isso valendo para tudo, amizade, sociedade comercial, casamento baunilha e relações BDSM.

Particularmente, nunca tive problemas em interagir com pessoas envolvidas em relacionamentos do mundo baunilha, por julgar que eram relacionamentos que ocorriam em outra dimensão. Mas isso era em outra época, bem no início da minha estrada. Hoje em dia, só vou interagir com um ser baunilha, se este estiver absolutamente comprometido a transcender para o BDSM e se tiver alguma relação baunilha, a relação vai se limitar ao nível de play partner.

Penso hoje que é imperativo que um ser baunilha, antes de pensar em um mergulho completo no Universo BDSM, escolhendo ter apenas esse tipo de relação, já tenha passado por todos os níveis de relacionamento do mundo baunilha. Já ter cometido todos os erros e acertos no mundo baunilha é algo que, indubitavelmente, facilita na escolha do BDSM como estilo de vida

Adúltero e baunilha apimentado

Acho que as grandes questões em relação às pessoas “casadas”, ou seja, as que têm relações no mundo baunilha (único lugar onde a palavra “casada” cabe) estão exatamente em como este “casamento” é levado junto com a relação BDSM.

Se a relação BDSM é levada de forma paralela e escondida, não é uma relação BDSM, pelo simples fato de que é uma atitude não muito inteligente se dar nome a coisas que já tem nome. Mas é bom sempre lembrar que a maioria das “coisas” tem nomes e até abordagens diferentes, dependendo do ponto de vista.

Se a relação principal é a baunilha e você esconde as outras, você não é um Dom ou sub, você está cometendo adultério e por conseqüência é um adúltero e ponto, isto pela ótica baunilha é claro.

Mas a ótica aqui é outra, é BDSM. No texto “Apresentando os Sem Noção”, falo de um tipo de gente ruim que existe em todos os universos. E entre esses estão a maior parte dos “adúlteros” que cito neste texto.

O melhor exemplo da exceção está na pessoa presa por circunstâncias realmente maiores do que a capacidade dela em se desvencilhar e que vai para o BDSM viver a sua natureza. Neste caso ela tem um proprietário ou submisso e vive de fato a hierarquia de que o BDSM é formado de forma independente da relação que tem no mundo baunilha.

Sendo assim, a escolha de viver de forma real uma relação de hierarquia que é base do BDSM, se submetendo ou dominando de verdade, se sobrepõe às relações de outras dimensões. E como são coisas que acontecem em dimensões de relacionamento diferentes, julgo não só aceitável como também inevitável.

Não deixa de existir, portanto, o adultério pelo ponto de vista baunilha. Porém, quando se ultrapassa a fronteira para o Universo BDSM, e ali o ponto de vista baunilha é irrelevante, a bolha BDSM se forma sendo irrelevante as circunstâncias fora desse círculo.

Para os Sem Noção, a relação baunilha é sempre a principal e estes vem para o BDSM apenas e tão somente, pela facilidade de se ter parceiros absolutamente convenientes e controláveis. 

Tanto como pseudo-submissos passivos e obedientes ou pseudo-dominantes querendo apenas o sexo fácil e apimentado que o adúltero quer e tem para dar.

Certa vez, disse a um amigo Dom, “Um verdadeiro Dominador, quando casado no mundo baunilha, têm que começar dominando a sua escrava número um, que é a sua esposa.” A minha maior satisfação foi vê-lo com a sua esposa numa festa temática, logo na semana seguinte.

BDSM como estilo de vida

Numa conversa deliciosa num 24/7, com pessoas que realmente importavam, falaram: “mas as pessoas do BDSM erram nisso... erram naquilo... e o papo ia em direção dos desvios e distorções. Eu disse uma coisa lá que vale para o “aqui e agora”... não adianta falar sobre os que erram, devemos falar para os que acertam e para os que querem acertar.

E o certo é viver sem mentiras e de forma pura e cristalina. Quando você é casado e de alguma forma percebe a existência do Universo BDSM, duas direções lógicas podem ser seguidas: pode mostrar o que descobriu para o seu parceiro e junto com ele fazer a transição ou aprender todas as técnicas disponíveis no BDSM e cercanias, para apimentar a relação.

Quem percebeu e quer viver o BDSM deve saber dos riscos de se apresentar o novo Universo de possibilidades ao parceiro. Muita coisa pode acontecer. Coisas que vão desde um grande despertar de curiosidade, passando por um estado de indiferença e chegando ao limiar da rejeição.

É uma grande escolha e que vai depender exclusivamente do quão evoluído é o parceiro, pois é mais fácil para um baunilha primitivo julgar o outro como doente mental ou pervertido. O melhor é ir vem devagar e abordar a novidade como algo para tornar a relação sexual mais interessante, ou seja, “brincar” com seu cônjuge.

No caso deste parceiro não ter um potencial de dominância ou mesmo a mente aberta para novas possibilidades, o casal pode (e deve) lançar mão de todas as práticas e técnicas dos universos superiores para apimentar a relação.

Depois da finalizada a transição, o BDSM pode ser levado tranquilamente como estilo de vida e o Dominante pode fazer de uma das suas posses uma escrava 24/7 e apresentá-la como cônjuge no mundo baunilha, neste caso esta posse tendo todos os direitos legais que uma relação estável proporciona.

Quando o caso é de uma das partes já ser um Dominante ou submisso dentro do BDSM, a coisa já tem outro foco. Não é uma descoberta simultânea e sim a de uma parte já experiente apresentando ao parceiro algo que já entende, gosta e vive.

Para o Dominante é mais fácil, pois é da sua natureza treinar, doutrinar, ensinar, cuidar, proteger e em ampla maioria, os submissos são recrutados diretamente do mundo baunilha.

Para o submisso já é mais complicado, pois se para um Dominante treinar um submisso é árdua, a tarefa de fabricar um Dominante a partir de um parceiro baunilha é algo impossível.

No meu texto “Fabricando o Parceiro” cito que em todos os casos que observei a tentativa de se fabricar um parceiro BDSM dominante invariavelmente termina em frustração. Todas as pessoas que vi tentarem... falharam miseravelmente. E foi justamente isso que os levaram a buscar parceiros BDSM fora da relação baunilha.

Como o Universo BDSM ocorre na existência de hierarquia, o que na realidade não vai dar certo, é a tentativa de se construir uma pessoa que saiba lidar com o poder em um espaço curto de tempo. Dominar é fácil, exercer o poder é a parte difícil.

Concluindo

Casamento é um rótulo que define um dos formatos das relações possíveis dentro do mundo baunilha. E também é uma palavra que pode ser emprestada para outros usos metafóricos.

Muitos falam de uma sociedade comercial ou parceria de qualquer tipo como sendo um bom “casamento”. E dessa forma metafórica, um bom “casamento” pode ocorrer em qualquer universo e para ser verdadeiro deve vivido de forma pura e cristalina.

Em relação ao casamento literal, o do mundo baunilha, o principal a ser lembrado é que as dimensões são formatos de relacionamentos que ocorrem em níveis diferentes. Pessoas casadas no mundo baunilha não só podem, mas devem, em minha opinião, transitar por outros universos, desde que, quando em trânsito, venham a se adequar aos valores destes universos.

Um Dominante deve começar pelo domínio e o controle do que acontece em sua própria casa e tanto Dominantes como submissos não devem de forma alguma esconder dos seus parceiros baunilhas a sua verdadeira natureza. Isto é o que eu faço e que recomendo.

Em relação aos Dominantes em específico, não sou muito tolerante a que algo seja escondido da pessoa com quem mora e divide a vida. Não vejo, por mais que tente, exceções onde um verdadeiro Dominante precise esconder do cônjuge sua atividade BDSM.

Nos casos onde isto não for possível e que por força maior, um parceiro baunilha não tenha como “abrir” seu lado BDSM para o outro, acho lícito que viva a sua natureza BDSM da maneira que for possível, sendo muito pior a tentativa de se reprimir ou ignorar a questão. Varrer para debaixo do tapete algo de grande volume acaba fazendo um grande calombo neste. Algo que em algum momento vai causar um belo tombo.

Verdadeiros “casamentos” acontecem em um nível acima de todos os universos dos relacionamentos humanos. Órbitas que, às vezes mais próximas, às vezes mais distantes, e ainda outras com a excentricidade dos cometas que passam períodos distantes e ocasionalmente mergulham até bem perto ficam numa dimensão superior onde se situa o magnetismo que atrai uma pessoa para outra e que as fazem gravitar.

O que posso adiantar agora é que os melhores “casamentos” independem do tipo de pessoas que os compõem. Eles apenas acontecem.

(GLADIUS MAXIMUS)

Parceria BDSM Society

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Quinta BDSM


Você quer conhecer e interagir sobre este tema?
Aqui vai a dica





domingo, 1 de maio de 2016

S & M Society - 13 passos para o S & M

Primeiramente, saudações aos colunista Blog, que apresentam seus trabalhos neste espaço. Todos de muita qualidade e beleza. Parabéns!

Saudações à minha amiga Pedra Rubra pela sensibilidade em criar um blog que fosse um lugar comum, sem fronteiras, sem preconceitos, com elegância, criatividade e muito bom gosto, no qual todos, sem exceção, pudessem se apropriar como seu. A liberdade que nos é dada, nos faz sentir proprietários, e não apenas meros convidados. E assim ela o afirma, é Infinitamente Nosso!!!

Na data de hoje, o blog completa dois anos em atividade na WEB. 

Viva a maturidade, sensibilidade, companheirismo desta mulher, que não é ruiva.... rsrsrs, mas sim uma loira charmosa e bem humorada!!!

Hoje iremos compartilhar um texto que é um alerta.

"Então você leu muitos e muitos textos sobre o BDSM, conversou com pessoas virtualmente, falou com algumas Sub(s), DOM(s) e tomou a decisão de vivenciar uma relação BDSM ; mas ainda não se sente segura por onde começar, segue alguns passos que podem lhe ajudar a se soltar...
Imagine que uma pessoa lhe chamou a atenção como um possível DOM. O que fará para se encorajar e seguir adiante? Haverá uma grande quantidade de pessoas que se proclamam DOM e Mestres para você. Alguns deles são maravilhosos, pessoas incríveis, alguns estão cheios de porcaria, alguns deles estão à procura de sexo fácil, e alguns deles são até certo delirante. Entenda que as ações sempre falam mais alto que palavras. Esteja ciente de que há pessoas que buscam as novatas, porque eles sabem que podem tirar vantagem de você.
1. Conheça-o nos lugares que você frequenta. Algum lugar que você estiver familiarizada, no pátio de um estacionamento bem iluminado, cafés, um bar onde as conversas são possíveis, restaurantes, lugares de grande movimento de pessoas, etc.. Jamais em sua casa ou casa dele. (Faça vários encontros. Sua decisão poderá levar meses)
2. Nunca entrar no carro de alguém, até mesmo no final da noite. Eu também não recomendo que lhe permite acompanha-la até o seu carro.
3. Nunca ligar de seus telefones pessoais para ele. Nem celular e nem o fixo de casa ou trabalho. Proteja-se. Mas ele, por obrigação, por honestidade e por caráter deve lhe fornecer telefones reais; (Casa, Celular, trabalho). Não se contente com o SKYPE ou outras formas de ligações pela internet
4. Use o que quiser e se sentir confortável. Até que você seja a submissa deste DOM o que você veste é de sua escolha.
5. Ao se falarem por telefone ou internet desconfie de pessoas que iniciam conversa com: "Você é submissa?" "Que tamanho são os seus seios?" "Você gosta de sexo anal?" "Quais são os seus limites?" Minha regra geral é que, se a primeira coisa que te perguntam é sobre sexo ou a sua apresentação, eles estão mais interessados no que você é , contra quem você é. Qualquer pessoa que se concentra exclusivamente na parte sexual de sua vida provavelmente irá apenas estar lá para o sexo. “Se isso é tudo o que você está procurando, fantástico. Mas, se você estiver olhando para o longo prazo, ele provavelmente não é a pessoa para você.” Esqueça esses lixos
6. Se o homem não esta disposto a esperar até que você esteja confiante para o primeiro encontro, melhor não conhecer pessoalmente esta pessoa. .Afinal de contas, vale a pena esperar.
7. Use o bom senso. As mesmas hipocrisias existem no reino BDSM.
Se eles mentem sobre a idade, altura, peso, trabalho ou se eles têm submissas ou uma esposa, eu acabaria com tudo na hora mesmo. Este é um estilo de vida baseado na confiança e se eu você vai colocar a sua vida nas mãos dele, porra, você tem que ser capaz de confiar em nele.
8. Certifique-se que o seu futuro DOM manterá tudo em sigilo. Muitos homens adoram usar uma mulher como troféu. Adoram se sentir mais homens simplesmente dizendo para outros que fez isso com essa, fez isso com aquela, etc, etc, etc. Veja se ele é insistente para ter o primeiro encontro.
Lembre-se que quem decide qual será o momento de sua primeira experiência é você, e não o seu futuro DOM. Estes tipos de homens podem ser apenas vigaristas se passando por entendidos de BDSM atrás de sexo fácil.
9. Quando conhecer alguém, não aceite que te exijam informações pessoais, como perfis, nome real, endereço de trabalho, fotos comprometedoras. Se alguém pedir, já é mau sinal. Evite chantagens.
Cuidado ao agir sobre o efeito de encantamento pela pessoa. Nossa inteligência diminui quando estamos deslumbrados.
Não acredite em tudo que lê, mas de uma chance a verdade também.
10. Experiência não é sinônimo de virtude e inexperiência não é defeito. Mesmo pessoas experientes podem ser mal intencionadas, vigaristas e cretinas. Há muitos inexperientes que podem lhe dar mais prazer que os mais experientes.
11. Esta insegura em encontrar a pessoa pessoalmente. Avise uma pessoa de sua confiança. Geralmente uma amiga confidente é o ideal, ou leve uma companhia.
12. Procure combinar com seu futuro DOM atividades que lhe deixem mais segura progressivamente. A sua submissão irá se aprimorar conforme o passar das sessões. Você não nasceu sabendo e o seu DOM tem que estar atento a isso.
13. Seja muito sincera com o que você pretende vivenciar no BDSM. Permita-se expor os seus desejos. Só assim os dois, de comum acordo combinaram o que é permitido e quais serão os limites das praticas."

Autoria desconhecida

sábado, 2 de abril de 2016

Tua Vida

 O seu corpo é meu e nele faço o que quiser!
A sua submissão, tão devota e especialmente guardada, é minha por merecimento e a ela darei todo o valor!
Sua respiração, seu calor, o pulsar em teu ventre, a vontade de ser possuída, a boca seca, os bicos rígidos, a umidade entre suas pernas, o seu calor, todas as manifestações físicas em teu corpo são minhas!
O que é seu?
Oh, menina... minha menina
O meu desejo,
A minha vontade,
A minha mão que afaga e pune
O meu amor
O meu poder, que tu me deste ao entregar a mim tua vida!

Marcos Bond
 
Parceria BDSM Society


sábado, 26 de março de 2016

Vivenciando o BDSM

Então você leu muitos e muitos textos sobre o BDSM, conversou com pessoas virtualmente, falou com algumas Sub(s), DOM(s) e tomou a decisão de vivenciar uma relação BDSM ; mas ainda não se sente segura por onde começar, segue alguns passos que podem lhe ajudar a se soltar...

Imagine que uma pessoa lhe chamou a atenção como um possível DOM. O que fará para se encorajar e seguir adiante? Haverá uma grande quantidade de pessoas que se proclamam DOM e Mestres para você. Alguns deles são maravilhosos, pessoas incríveis, alguns estão cheios de porcaria, alguns deles estão à procura de sexo fácil, e alguns deles são até certo delirante. Entenda que as ações sempre falam mais alto que palavras. Esteja ciente de que há pessoas que buscam as novatas, porque eles sabem que podem tirar vantagem de você.

1. Conheça-o nos lugares que você frequenta. Algum lugar que você estiver familiarizada, no pátio de um estacionamento bem iluminado, cafés, um bar onde as conversas são possíveis, restaurantes, lugares de grande movimento de pessoas, etc.. Jamais em sua casa ou casa dele. (Faça vários encontros. Sua decisão poderá levar meses)

2. Nunca entrar no carro de alguém, até mesmo no final da noite. Eu também não recomendo que lhe permite acompanha-la até o seu carro.

3. Nunca ligar de seus telefones pessoais para ele. Nem celular e nem o fixo de casa ou trabalho. Proteja-se. Mas ele, por obrigação, por honestidade e por caráter deve lhe fornecer telefones reais; (Casa, Celular, trabalho). Não se contente com o SKYPE ou outras formas de ligações pela internet.

4. Use o que quiser e se sentir confortável. Até que você seja a submissa deste DOM o que você veste é de sua escolha.

5. Ao se falarem por telefone ou internet desconfie de pessoas que iniciam conversa com: "Você é submissa?" "Que tamanho são os seus seios?" "Você gosta de sexo anal?" "Quais são os seus limites?" Minha regra geral é que, se a primeira coisa que te perguntam é sobre sexo ou a sua apresentação, eles estão mais interessados no que você é , contra quem você é. Qualquer pessoa que se concentra exclusivamente na parte sexual de sua vida provavelmente irá apenas estar lá para o sexo. “Se isso é tudo o que você está procurando, fantástico. Mas, se você estiver olhando para o longo prazo, ele provavelmente não é a pessoa para você.” Esqueça esses lixos.

6. Se o homem não esta disposto a esperar até que você esteja confiante para o primeiro encontro, melhor não conhecer pessoalmente esta pessoa. .Afinal de contas, vale a pena esperar.

7. Use o bom senso. As mesmas hipocrisias existem no reino BDSM.

Se eles mentem sobre a idade, altura, peso, trabalho ou se eles têm submissas ou uma esposa, eu acabaria com tudo na hora mesmo. Este é um estilo de vida baseado na confiança e se eu você vai colocar a sua vida nas mãos dele, porra, você tem que ser capaz de confiar em nele.

8. Certifique-se que o seu futuro DOM manterá tudo em sigilo. Muitos homens adoram usar uma mulher como troféu. Adoram se sentir mais homens simplesmente dizendo para outros que fez isso com essa, fez isso com aquela, etc, etc, etc. Veja se ele é insistente para ter o primeiro encontro. Lembre-se que quem decide qual será o momento de sua primeira experiência é você, e não o seu futuro DOM. Estes tipos de homens podem ser apenas vigaristas se passando por entendidos de BDSM atrás de sexo fácil.

9. Quando conhecer alguém, não aceite que te exijam informações pessoais, como perfis, nome real, endereço de trabalho, fotos comprometedoras. Se alguém pedir, já é mau sinal. Evite chantagens. Cuidado ao agir sobre o efeito de encantamento pela pessoa. Nossa inteligência diminui quando estamos deslumbrados. Não acredite em tudo que lê, mas de uma chance a verdade também.

10. Experiência não é sinônimo de virtude e inexperiência não é defeito. Mesmo pessoas experientes podem ser mal intencionadas, vigaristas e cretinas. Há muitos inexperientes que podem lhe dar mais prazer que os mais experientes.

11. Esta insegura em encontrar a pessoa pessoalmente. Avise uma pessoa de sua confiança. Geralmente uma amiga confidente é o ideal, ou leve uma companhia.

12. Procure combinar com seu futuro DOM atividades que lhe deixem mais segura progressivamente. A sua submissão irá se aprimorar conforme o passar das sessões. Você não nasceu sabendo e o seu DOM tem que estar atento a isso.

13. Seja muito sincera com o que você pretende vivenciar no BDSM. Permita-se expor os seus desejos. Só assim os dois, de comum acordo combinaram o que é permitido e quais serão os limites das praticas.

Autoria desconhecida
 
Parceria BDSM Society
 
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