BREAKING
Mostrando postagens com marcador Especial Superman. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Especial Superman. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de janeiro de 2017

Superman: Sua Passagem Pela Televisão

Fazendo Jus à este grande personagem, resolvemos complementar a sua passagem aqui pelo blog, elencando as principais passagens deste grande personagem pela telinha das nossas casas, uma vez que recentemente este personagem famoso das HQs, em todos os tempos, voltou às telinhas. Ausente delas desde o fim da última temporada de Smallville, em 2011, o Super-Homem não precisa de apresentações no mundo todo.

Quando eu a Pedra criamos a coluna dos grandes personagens do cinema, em 2014, o homem de aço foi o segundo personagem a ser destacado. Na ocasião, cometi o lapso de não fazer justiça à sua passagem pela TV. Aproveitando que ele atualmente é  coadjuvante na nova temporada da Supergirl, que desde 2015 vem sendo exibida pela Warner, chegou o momento de corrigir esse erro. A partir de agora, o destaque será todas as encarnações do poderoso e imbatível herói, desde os anos 50 aos dias atuais.


 

As Aventuras do Super-Homem

O herói teve várias fases e encarnações, tanto na tv quanto no cinema. Entretanto um dos seus seriados mais populares foi exibido na década de 50. Famoso e importantíssimo até hoje na mitologia do homem de aço, a série começou a ser exibida em 1952.

Por esse tempo, o Super-Homem já era um personagem muito famoso, com sucesso enorme nos quadrinhos, uma série de rádio e uma famosa animação que até hoje repercute em sua história. Sua primeira interpretação foi com o ator  Kirk Allyn, que deu vida ao herói nos anos 40, através dos populares seriados exibidos nos cinemas.

Em 1951, o produtor californiano de filmes B, Robert L. Lippert, realizou um filme em preto e branco estrelando George Reeves  como Super-Homem, denominado Superman and the Mole Men,  e direção de Lee Sholem. O filme, além de servir de teste para a primeira temporada da série na televisão, foi posteriormente transformado em um episódio em duas partes intitulado “The Unknown People”, o único episódio em duas partes da série, indo ao ar no final da primeira temporada. A série descontinuara, inicialmente, sua produção, não sendo exibida até setembro de 1952, quando a fabricante de cereais Kellogg's concordou em patrociná-la, pois a empresa já havia feito tal patrocínio com a série de rádio Superman.

O orçamento para a série foi relativamente baixo, com um episódio completo custando em média US $ 15.000. Os atores foram pagos com 200 dólares por episódio, com os historiadores da série e Jack Larson afirmando que o elenco teve que fazer repetidas visitas aos produtores para um aumento de 50 dólares, caso contrário desistiriam da produção.

O seriado foi um enorme sucesso na época,e imortalizou seu intérprete, o George Reeves.As duas primeiras temporadas foram em preto e branco. Só a partir da terceira que ele começou a ser exibido em cores.

Com os recursos limitados da época, tanto técnicos quanto financeiros, os efeitos especiais parecem simples, mas ainda encantam justamente por terem mostrado um ator voando como Super-Homem pela primeira vez. Inicialmente, as cenas de voo eram feitas sempre com George Reeves pendurado por cabos, sobrevoando a cidade. Como o processo era desagradável e cansativo, logo se adotou uma nova estratégia. Com agilidade notável, Reeves aparecia saltando, entrando e saindo de janelas e prédios, com o auxílio de um trampolim. A maioria dos episódios era focada na equipe do Planeta Diário. Clark, Lois e Jimmy envolviam-se em algum mistério ou crime bizarros, e o Super-Homem entrava em cena apenas nos momentos finais para salvar o dia e derrotar os meliantes. Alguns episódios chamam atenção por suas propostas inusitadas, outros pelo tom violento e realista. Por vezes, a série possuía muito mais características de um drama policial que de aventuras de super-herói.

Os episódios apresentam o Superman em batalhas contra gangsteres, vilões, cientistas do mal, além de perigos tais como asteroides, robôs e máquinas radioativas. No primeiro episódio, são dramatizadas sua infância em Krypton, a chegada à Terra, e sua criação por um casal de fazendeiros. Nos episódios sucessivos, ele concilia sua super-identidade com o comportamento suave de Clark Kent, no Daily Planet, e em momentos críticos, corre para um armário ou um beco, joga suas roupas e reaparece em trajes de super-herói para resgatar algum infeliz das garras dos malfeitores. As impossibilidades técnicas e financeiras não permitiram que o herói enfrentasse nenhum super vilão.

Nenhum dos famosos inimigos, como Lex Luthor e Brainiac, apareceu na série de TV. O mais importante elemento incorporado à série foi a mitológica vulnerabilidade de Superman à Kryptonita. Outro elemento da mitologia foram as suspeitas de Lois Lane em relação a verdadeira identidade de Clark Kent e sua paixão romântica por Superman. 


Pode-se dizer que essa série foi a segunda mais longa com o personagem em sua mitologia. Ao todo foram 7 temporadas, chegando ao fim em 1958. A série também é lembrada pelo final triste de seu protagonista, o George Reeves. Em 16 de junho de 1959, George  foi encontrado morto com um tiro na cabeça em sua casa em Los Angeles. Com a morte, rumores surgiram com as hipóteses de que o ator teria sido assassinado ou cometido suicídio. A hipótese de suicídio baseava-se no fato de que o cancelamento da série As Aventuras do Super-Homem, em 1958, teria deixado-o deprimido por não conseguir outros trabalhos, haja visto que sua imagem estaria fortemente associada ao personagem. Já a hipótese de assassinato era em razão dos rumores de um relacionamento amoroso com a esposa de um chefão de estúdio. Até hoje ele é reverenciado como um dos maiores intérpretes do herói. Já sua trágica e misteriosa morte foi abordada no filme Hollywoodland-Bastidores da Fama, de 2006.

Superboy

O personagem só retornaria às telinhas muitas décadas depois, mas esse retorno se deu num padrão diferente: ele retornou em sua versão adolescente, o Superboy.

Vale citar que quando criaram o personagem, seus idealizadores, a dupla Jerry Siegel e Joe Shuster não conceberam sua versão adolescente. Mesmo assim,essa versão do personagem tornou-se bastante popular,tanto que fez sucesso ainda nos anos 40, alguns anos depois do Super-Homem ter se tornado um fenômeno dos quadrinhos. Em 1986,após a série Crise Nas Infinitas Terras, que apagou a bagunça cronológica do universo DC, com universos e multiversos onde existiam as diferentes versões de vários personagens conhecidos, o Super foi reformulado pelo desenhista/roteirista canadense John Byrne,e ele eliminou por completo a versão juvenil do herói.

Eis que 2 anos depois o Superboy retornou num seriado para a TV,produzido justamente pela dupla Alexander e Ilya Salkind,os mesmos que produziram os 3 primeiros filmes do herói nos cinemas,estrelados por Chistopher Reeve.

A primeira temporada foi exibida em 1988 e reunia alguns elementos e personagens mitológicos da história do herói. Nessa série, o jovem Clark Kent é um estudante da Escola Siegel de Jornalismo da Universidade Shuster em Shusterville, Flórida - nomes que fazem referência aos criadores do Super-Homem. A série apresenta outros personagens como sua amiga de infância e interesse amoroso Lana Lang e seu colega de faculdade TJ White ( Jim Calvert ), filho do editor Perry White . O famoso Lex Luthor não poderia ficar de fora, assim como os pais adotivos de Clark, Jonathan e Martha Kent .

As limitações do orçamento para a tv também se fizeram presentes. Como resultado, os efeitos especiais são um pouco mais ásperos. Isto provocou mais histórias e histórias com vilões mais comuns como traficantes de drogas e os chefes do crime. Depois os efeitos especias melhoraram   e a série assumiu um olhar mais profissional. Inimigos mais fantásticos foram introduzidos, como um estrangeiro gasoso sem nome, que poderia possuir os corpos de outros. Dois atores deram vida ao herói:na primeira temporada foi o John Haymes Newton substituído já na segunda por Gerard Christopher .A partir da terceira, o seriado passou a se chamar As Aventuras do Superboy.

Ao todo foram 4 temporadas de sucesso,mas a coisa chegou ao fim em 1992. A Warner Bros que possuía os direitos sobre a franquia Superman, entrou com uma ação contra os Salkinds para recuperar certos direitos de propriedade intelectual que eles possuíam.A justiça cedeu direito à Warner e o Superboy saiu de cena.


Lois e Clark - As Novas Aventuras do Super-Homem

Pouco menos de 1 ano depois da versão juvenil do homem de aço ter se despedido das telinhas, a Warner bancou um novo seriado com o herói.

O título da serie já deixava tudo às claras. A dupla Lois e Clark seriam o foco do seriado,a dinâmica de relacionamento dos dois fariam um contraponto à participação do alter ego de Clark. O Super-Homem era praticamente um coadjuvante com pouco tempo de cena.

A primeira temporada começou a ser exibida em 1993. Os roteiristas da série tiveram como principal fonte de inspiração,a reformulação do herói já comentada anteriormente,pelo quadrinista John Byrne. Nessa versão, Clark assume a identidade do Super-Homem já adulto, após ir trabalhar no Planeta Diário e Lex Luthor é um bilionário envolvido em vários crimes e manipulações, ao contrário do cientista maluco e clássico. Outros personagens criados nessa reformulação, como a Cat Grant também se fazem presentes. A primeira temporada foi um sucesso moderado, tendo conquistado muito o elenco, especialmente Teri Hatcher (como Lois Lane) e Dean Cain, (como Clark/Super-Homem) elogiados da crítica por suas performances. Aliás, a química entre esses dois era coisa de Krypton mesmo. Poucas vezes se viu um casal com tanta cumplicidade. Lane Smith foi um enorme sucesso também, dando vida e humor para o editor do Planeta Diário, o chefe Perry White. John Shea também se reuniu com elogios sobre seu papel de Lex Luthor.


Contando com um orçamento bem mais generoso que o das outras produções para a telinha, os produtores do seriado puderam fornecer um  material mais decente aos fãs. Muitos vilões da DC Comics começaram a aparecer, como o brincalhão, Metallo, o Toyman e o grupo criminoso conhecido como Intergang e a série apresentou um novo interesse amoroso o agente secreto Dan Scardino, um agente do governo que ficou interessado em Lois, e a Drake Mayson advogada que mostrou interesse por Clark. Esta época também marcou a estréia do Tempus o vilão favorito dos fãs, como um viajante do tempo.

A terceira temporada passaria a ser a melhor temporada de Lois & Clark na sua execução. O show teve em média pelo menos 15 milhões de telespectadores por episódio, e classificados 44 para a temporada. Por aquele tempo, um fato novo chamou a atenção dos fãs.Nos quadrinhos o herói finalmente se casaria com Lois e resolveram expandir esse amor também para o seriado. No primeiro episódio da terceira temporada, Lois revelou que ela tinha descoberto recentemente a identidade secreta de Clark. Só mais tarde no sétimo episódio da temporada, que Lois finalmente aceita a proposta de Clark. O casamento tão esperado foi adiado para coincidir com o casamento dos personagens em quadrinhos, o que levou a muitas histórias destinadas a atrasar e interromper o casamento na série de TV.

O casamento de Lois e Clark foi programado e preparado pela equipe da DC Comics do Superman para o lançamento durante o qual teria trabalhado para ser a terceira temporada de Lois e Clark. Os quadrinhos do Superman em curso não são afiliadas à TV ou filmes e se movem em sua própria direção ao seu próprio ritmo. Quando o casamento se tornou conhecido nos quadrinhos os produtores da série de TV Lois e Clark pediram a equipe DC Comics para adiar a questão do casamento, como eles estavam planejando Lois se casar com Clark em sua quarta temporada o casamento foi para coincidir o programa de televisão. A equipe DC comics concordou em adiar a questão do casamento. O seriado chegou ao fim na quarta temporada. Lentamente a série foi perdendo o interesse dos seus fãs e com os números de audiência cada vez mais baixos,só restou à emissora responsável pela produção, cancelar a série.Ao todo,a série durou de 1993 a 1997. Teri Hatcher até hoje é lembrada pela sua participação no seriado, que lhe abriu muitas portas e a fez famosa.Muito fãs a consideram a melhor intérprete da personagem. O colega Dean Cain,que interpretava o homem de aço não teve a mesma sorte e ficou limitado às produções furrecas tanto da tv quanto do cinema. Anos depois ele voltaria a fazer algumas participações em outras produções ligadas ao Super: Smallville e Supergirl.

Smallville

A passagem mais longínqua com o Super na TV ocorreu de 2001 a 2011 com nada menos que 10 temporadas, superando a clássica série dos anos 50. A história de Smallville iniciou-se no início desse milênio. Originalmente, Tollin / Robbins Produções queria produzir uma série que retratasse a juventude de Bruce Wayne, o milionário que assume a identidade do herói Batman, após a morte de seus pais. Nessa mesma época, a Warner Bros. Pictures decidiu desenvolver um filme de origem para Batman. Temendo que as duas produções pudessem competir entre si, o estúdio não autorizou o uso do personagem e sua história. Em 2000, a produtora decidiu focar suas atenções para outro personagem, e se concentraram no desenvolvimento para um série que retratasse a adolescência do Super-Homem. Para desenvolver o projeto, a Tollin/Robins, em parceria com a Warner Bros. Television, contratou a dupla de roteiristas Alfred Gough e Miles Millar, que decidiu explorar a história na vida pessoal de Clark Kent, antes de se tornar o Superman, passando como um adolescente que passa pelo processo emocional e psicológico de se tornar um adulto, tendo como carga extra a informação de que nasceu em outro planeta e é dotado de superpoderes. Acontece que os dois eram grandes fãs dos dois primeiros filmes do herói, dirigidos por Richard Donner,no final dos anos 70 e início dos 80 e justamente por isso decidiram moldar a série tendo como influência  o material desenvolvido por Donner e sua equipe. Não por menos,ao longo de suas 10 temporadas,a série foi recheada de referências,personagens  e elementos daqueles filmes que não passaram despercebidos pelos fãs. Não só foi uma grande homenagem dos roteiristas/´produtores como mostrou a grande influência que aquelas produções ainda exercem no gênero.

O seriado abordava a vida colegial de Clark, seu amor por Lana Lang, e a descoberta de seus poderes, juntamente com os dilemas gerados por eles. Outro marco importante da trama é a relação de Clark com Lex Luthor, antes dos dois se tornarem inimigos mortais. Nas primeiras temporadas eles são grandes amigos, amizade essa que não é bem vista pelo pai de Clark, que enxerga Lex como um manipulador sem escrúpulos, tal qual seu pai, Lionel Luthor, o verdadeiro antagonista das primeiras temporadas.

Em suas primeiras temporadas, a série adotou o formato de “Freak of the week” (“aberração da semana”), onde, em cada episódio, Clark e seus amigos descobriam uma nova ameaça, resultante da chuva de meteoros de Krypton que trouxeram o herói para a Terra. Uma sacada legal foi que Clark não detém ainda todos os seus poderes, eles vão surgindo à medida que o rapaz vai envelhecendo, referência à fase da puberdade. Em princípio Clark fica muitas vezes em pânico sem saber como controlar, mas com o auxílio dos pais ele vai lentamente tomando controle e percebendo que eles lhe serão úteis. Com o passar das temporadas, a qualidade técnica do seriado foi sendo aprimorada, com um orçamento maior, que permitia melhores efeitos especiais. Sua trama também foi se expandindo, abrangendo diversos outros elementos do universo do super-herói.

Alguns fatos curiosos ocorreram: primeiro,Clark não voava, passou praticamente as 10 temporadas sem sair do chão,(com uma rara exceção, no episodio que abriu a quarta temporada) e só veio na verdade a vestir o uniforme sagrado do herói no último episódio da última temporada, quando por fim ele assumiu a identidade do Super-Homem. O motivo para isso foi a eterna briga na justiça dos herdeiros da dupla que criou o personagem contra a DC Comics. Os herdeiros conquistaram por fim uma vitória e todos os produtos relacionados ao herói teriam que pagar direitos a eles. Por conta disso, o personagem não voou nas temporadas e só vestiu o uniforme em seu final.

O seriado ao longo de sua exibição prestou homenagem também a vários gêneros e clássicos do cinema,fazendo referências a:O Exterminador do Futuro, Matrix,seriados de suspense e terror, SCI FI,drama e até mesmo à franquia Se Beber Não Case. 

A música de abertura,"Save Me",da banda Remy Zero tornou-se um marco da série, e é impossível mesmo hoje escutá-la sem remeter ao seriado.



O seriado foi campeão de audiência nas 4 primeiras temporadas e um dos seus principais méritos foi conquistar uma nova geração de fãs para o Super-Homem,que vinha perdendo espaço para os concorrentes nos cinemas:X-Men e Homem-Aranha,entre outros.Como o herói por esses tempos estava ausente das telonas desde o péssimo Superman IV,de 1987,os rivais da Marvel faziam a festa .Ao seriado coube o mérito de conquistar novos fãs.

Quem interpretou o herói foi o galã,então ilustre desconhecido,Tom Welling.A série no seu decorrer contou com vários nomes fixos no elenco,como Alisson Mack,interpretando uma das principais amigas de Clark,e única que durou com o Tom até a última temporada,Michael Rosembaun como Lex Luthor,Kristin Kreuk como Lana Lang,John Glover como Lionel Luthor,John Schneider como Jonathan Kent. Ao longo das temporadas foram surgindo os personagens clássicos:Erica Durance como Lois Lane,Aaaron Ashmore como Jimmy Olsen,Laura Vandervoort como Kara,a prima kryptoniana do Kal El.Até o Perry White surgiu e uma versão esquisita de Krypto,o Supercão.

Em seu decorrer surgiram outros personagens bem conhecidos da galeria de heróis da DC: Arqueiro Verde, interpretado pelo galã Justin Hartley, que roubou tanto a cena na sexta temporada, que da 8ª até o seu final tornou-se personagem fixo.Também surgiram o Flash, Cyborg, Aquaman, Senhor Destino, Gavião Negro, Ajax, o Caçador de Marte entre um e outro. Até uma versão da Liga da Justiça se fez presente. Até o seu final, em 2011, a série contou com a participação de diversos atores ligados anteriormente ao personagem. A principal delas é a atriz Annette O’Toole, a Martha Kent de “Smallville”, que havia interpretado a namorada de Clark, Lana Lang, em “Superman III”. Outro ator recorrente no seriado foi Terence Stamp, o inesquecível General Zod de “Superman II” que participou de 23 episódios como a voz de Jor El.

Teri Hatcher, Dean Cain,( da série Lois e Clark) Margott Kidder (da quadrilogia do herói nos cinemas, a Lois Lane) e Helen Slater (do vexatório Supergirl de 1984) também fizeram pequenos papeis em episódios distintos. E até o próprio Christopher Reeve participou de dois episódios, já atuando em uma cadeira de rodas, após o acidente que o deixou tetraplégico. Seu personagem deveria ter novas aparições, antes do falecimento do ator, em 2004. Sua participação até hoje é considerada pelos fãs um grande marco na história da série.

Vários vilões também célebres surgiram ao longo: Toy Man, Brainiac, General Zod, Bizarro e até mesmo o infame Apocalipse, que nos quadrinhos matou o Super-Homem, na famosa saga dos anos 90, A Morte do Super-Homem.

Pena que aos poucos a série foi perdendo o interesse dos fãs e seus índices começaram a  alternar entre uma temporada e outra. Os motivos variam: o lento desenvolvimento do personagem, a previsibilidade dos episódios, além do tom exagerado de romance, e o melodrama novamente desagradou muitos fãs dos quadrinhos. Outra queixa foi o desrespeito à mitologia do Super-Homem. Os fãs mais tradicionais reclamam disso até hoje.Muitos personagens e elementos foram distorcidos e apresentados de forma equivocada.Como a série fazia uma releitura do mito,numa visão contemporânea,deu-se essa distorção. Os fãs mais recentes não teceram comentários mas os mais antigos não ficaram nada satisfeitos. Também sem motivos aparentes,a duração da série foi se estendendo, quando poderia ter acabado sem precisar desse número de temporadas. Da oitava em diante, os índices despencaram abruptamente, mesmo assim a série foi se arrastando até a 10ª. Lamentável, pois a 9ª temporada foi provavelmente a melhor de toda a série.

Com erros e acertos,Smallville marcou a história do Super-Homem, teve méritos considerados e desméritos inquestionáveis. Entretanto, foi uma das séries que mais gerou spin offs na história do homem de aço e criou referências. Houve duas séries de romance publicados desde que a segunda temporada da série começou a ser exibida. Uma série de oito romances para jovens e adultos foram publicados pela "Aspect Publishing" entre outubro de 2002 e março de 2004. Uma segunda série de dez romances para jovens e adultos foram publicados pela Little, Brown and Company, entre outubro de 2002 e abril de 2004. Além disso, uma série de revistas em quadrinhos foram publicadas, o que muitas vezes eram ligados diretamente com os eventos da série de televisão. Também no decorrer de sua exibição, o seriado recebeu muitas premiações importantes do meio artístico, como  Teen Choice Awards, Leo Awards e  Prêmio Saturno.

Pena que grande parte do elenco carismático e talentoso estagnou a carreira.O protagonista Tom Welling sumiu das telinhas e vez ou outra faz aparições em produções sem destaque algum.A grande maioria não trabalha em produções para a tv ou cinema já faz um longo tempo mesmo.Alguns datam trabalhos ainda de 2012.


Supergirl

O Homem de Aço voltou às telinhas 6 anos após o fim de Smallville.Mas pela primeira vez como coadjuvante,no seriado de sua prima kryptoniana,a Supergirl. Em 2015, foi anunciado o primeiro seriado com a Kara, nome verdadeiro da heróina que aqui na Terra se torna também uma grande defensora do bem e da justiça, tal qual o Super-Homem. Não é a primeira versão live-action da personagem. Em 1984 ela estrelou uma ridícula produção para os cinemas, realizada pelos mesmos produtores da série do Super-Homem de Chris Reeve. O filme foi um enorme fracasso de bilheteria e crítica.


No início do novo milênio, Supergirl voltou, dessa vez como coadjuvante em Smallville. A personagem se fez presente na 7ª temporada e nas posteriores fez algumas participações em episódios isolados. Em 2015 finalmente ela estrelou sua própria série, tendo como protagonista a gatinha Melissa Benoist.


A história se baseia naquilo que os fãs de quadrinhos já conhecem, porém com certas liberdades criativas, como a inclusão de personagens da mitologia do Super-Homem. Momentos antes da destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada a Terra por seus pais em uma missão de cuidar de Kal-El, seu primo ainda bebê. Entretanto, a nave de Kara é atingida por uma onda de choque e lançada para dentro da sombria Zona Fantasma, uma prisão intergalática atemporal. Após um período adormecida, a cápsula de Kara deixa a Zona Fantasma e alcança a Terra, onde ela encontra Kal-El adulto e super-poderoso, agindo heroicamente como o defensor do planeta conhecido como Superman. Entregue por ele a uma família de cientistas, Kara é adotada como Kara Danvers. Anos se passam, até que ela decide se revelar ao mundo e compartilhar dos poderes e da natureza heroica de seu primo, impedindo um acidente aéreo e salvando a vida de centenas de pessoas, incluindo sua irmã adotiva, Alex. Ao lado dos amigos James Olsen, Winn Schott e do DOE, do qual Alex faz parte, Kara se divide entre o trabalho árduo de assistente pessoal da celebridade da mídia Cat Grant, e a missão árdua de defender a humanidade de ameaças hostis sob o traje de Supergirl.


Os produtores da série,diretores e roteiristas não se preocuparam em criar um universo próprio para a personagem, portanto, ela divide a cena com conhecidos coadjuvantes do quadro da DC: Jimmy Olsen, Catherine Grant, Ajax, o Caçador de Marte, Lucy Lane e conhecidíssimos vilões também da galeria do seu primo, como Curto Circuito e Banshee Prateada. Alguns rostos conhecidos também se fazem presentes em participações especiais. O ator Dean Cain, que interpretou o próprio Super-Homem no seriado Lois e Clark é o pai adotivo da Supergirl e a mãe adotiva é ninguém menos que a Helen Slater, que interpretou a Super no filme de 84. Fazendo referência à personagem, quem voltou à cena foi a sumida Laura Vandervoort, a Supergirl de Smallville, aqui interpretando uma vilã.


Com roteiros um tanto simplórios e efeitos especiais questionáveis, mesmo assim o seriado foi um enorme sucesso de audiência em sua primeira temporada. Em parte graças ao carisma do elenco e as tramas fantasiosas sem exagero de violência. Abraçados também pelos críticos, o sucesso da primeira temporada levou a mais uma,na qual o Super-Homem finalmente faz a sua participação. Citado praticamente em todos os episódios da primeira, o herói não se fez presente em momento algum, o que se torna inevitável a exigência dos fãs por finalmente ele dar as caras no seriado da prima, (uma vez que ela o fez em Smallville). Os produtores resolvem não ignorar o apelo dos fãs, (e também a audiência que a presença do personagem traria) e finalmente o maior herói dos quadrinhos fez sua participação.


Uma curiosidade legal, é que no mesmo ano em que o Super iria dar as caras no seriado. o personagem também retornava aos cinemas no polêmico Batman vs Superman, com seu intérprete, o Henry Cavill. Logicamente, a abordagem do herói nos cinemas é outra, não teria como encaixar num seriado mais contido e de baixo orçamento, sem falar que a temática é diferente. Restou aos produtores escalar um outro intérprete,sem vinculo algum com o dos cinemas. O escolhido foi o ator Tyler Hoechlin. A escolha não agradou de imediato aos fãs, mas ele vem se saindo bem. O personagem se fez presente nos primeiros episódios da segunda temporada, que ainda se encontra em exibição.

terça-feira, 29 de março de 2016

Especial DC Comics - The Superman - Actors


Nesta postagem, concluímos as informações e curiosidades sobre este magnifico personagem apresentando um especial com os principais interpretes. Esperamos que os nossos amigos tenham apreciado e percebido a riqueza que ronda em torno dele.


 Kirk Alyn

Nascido em Nova Jérsei, nos Estados Unidos, Alyn foi o primeiro ator a dar vida ao Super-Homem,no seriado Superman, exibido nas matinês de cinema, no ano de 1948, e em seguida Atom Man vs Superman, de 1950. Alyn apresentou um retrato diferente de Clark Kent, adicionando o elemento do disfarce.

O voo do personagem foi efetuado com Alyn saltando, no ponto em que ele se transformava em um personagem animado por meio de rotoscopia e voava. O ator figura como o mais velho a dar vida ao herói, ele tinha 37 anos quando foi escolhido para o papel.

Após interpretar Super-Homem novamente, ele sofreu problemas para novas atuações. Além de estrelar em alguns seriados, conseguiu alguns papéis em séries de TV e filmes, alguns até mesmo não creditados, até se aposentar. 



Quando o Superman foi adaptado para a televisão, em 1951, Alyn declaradamente foi convidado, mas recusou. Em 1971, ele publicou uma autobiografia intitulada A Job for Superman.Alyn teve um pequeno papel, ao lado da co-estrela do seriado, Noel Neill, como os pais da jovem Lois Lane, no clásico filme do herói, lançado em 1978. Seria seu último vínculo com o personagem.

Em uma breve entrevista no set, ele explicou seu método de retratar o Super-homem e Clark Kent, contido em um documentário narrado por Ernie Anderson, The Making of Superman: The Movie (1978). Embora Alyn sempre tenha culpado o seu sucesso como Superman como o fator que sufocou a sua carreira de ator, beneficiado por uma onda de nostalgia para o super-herói na década de 70, na demanda do circuito de convenções de quadrinhos, declarou:

"Interpretar o Super-homem arruinou a minha carreira de ator e fui amargo por muitos anos sobre a coisa toda. Mas agora, ele disse em 1972, está finalmente começando a pagar". Alyn morreu em 14 de março de 1999, em The Woodlands, Texas, aos 88 anos.



Christopher Reeve


Nascido em Nova Iorque,Estados Unidos, Chris Reeve é até hoje uma unanimidade entre os fãs do Super-Homem, foi o melhor e mais perfeito intérprete do Super-Herói em todas as suas passagens, seja na tv ou no cinema. Mesmo com a concorrência de atores que passaram muito mais tempo na pele do homem de aço, como o George Reeves, da série As Aventuras do Super-Homem, que durou 8 anos, o Dean Cain, com Lois e Clark, que durou 4 anos e do Tom Welling, que deu vida ao herói por 10 anos,no seriado Samllville.

Sua carreira como ator iniciou-se na década de 70. Ilustre desconhecido ator de teatro, Reeve tinha 25 anos,quando foi convidado para auxiliar nos testes de cena das atrizes selecionadas pro papel de Lois Lane, na megaprodução Superman - O Filme. Sua performance nos testes, chamou a atenção da produtora Laura Shuler, que futuramente se casaria com o diretor do filme, o Richard Donner.


Richard estava firme na ideia de colocar um ator desconhecido pro papel do herói, ignorando os desejos dos produtores em contratar um nome famoso da época. A Laura foi quem o convenceu a dar o papel ao Reeve. 

Quem imaginaria que aquela oportunidade o faria famoso e conhecido para o resto de sua vida? Bastante magro na época, ele teve que passar por um enorme condicionamento físico pra adquirir o porte necessário pra interpretar o herói. Muitas das cenas que foram filmadas com ele no início do filme, tiveram depois que ser refeitas, dada a evolução do seu corpo.

Reeve se notabilizaria pela forma como separou e deu vida às duas personalidades do herói. Seu Clark Kent era atrapalhado, tímido, abobalhado, andava com o corpo curvado e era meio fanho. Ao assumir a identidade de Super-Homem, ele se transformava por completo, mudava o porte do corpo, a entonação da voz, era mais confiante e seguro. Nenhum dos demais intérpretes conseguiria ser tão perfeito e convincente quanto o Chris.


O sucesso absoluto de seus primeiros filmes o catapultou ao estrelato absoluto. Reeve era tão onipresente, que, mesmo quando a coisa não dava certo, como aconteceu no terceiro filme, sua performance era a única que permanecia inabalável, ele continuava angariando boas críticas.

Com o fracasso do Superman 3, Reeve optou em não mais voltar a dar vida ao herói. Essa determinação o salvou de participar do infame Supergirl, de 1985. O produtor Ilya Salkind o convidara pra estrelar o filmeco com a prima do Super-Homem,mas ele recusou. Porém, no ano seguinte, Reeve caiu na conversa dos produtores Menahen Golan e Yoram Globus,chefoes dos estúdios Cannon Group.

Dispostos a bancar o 4º filme do Super, eles convenceram o Chris a retornar, prometendo a ele a direção da obra e uma produção digna dos primeiros filmes. Reeve aceitou retornar,infelizmente pra padecer na pior produção da história do  Super-Homem nos cinemas,(embora o terceiro filme também brigue feio por esse reconhecimento inglório). Seria a sua triste despedida com o personagem que lhe rendera fama e fortuna.

Reeve conheceu então o reverso da fama. Ele ficou tão mitificado com o Super-Homem, que não conseguia mais papéis em filmes importantes, sua carreira ficou limitada a participações em produções medíocres para tv. Ele só voltou a ficar em evidência,infelizmente por outro motivo. Em 27 de maio de 1995, um acidente (queda de um cavalo) o tornou tetraplégico devido a fratura nas suas duas primeiras vértebras cervicais, o que acabou por lesionar a sua medula espinhal. Um ano depois, foi aclamado em pé na cerimônia do Oscar. 

A partir daí passou a lutar por pesquisas com células-tronco e criou a Christopher Reeve Paralysis Foundation, visando a melhorar a condição de vida de pessoas como ele, vítimas de algum tipo de paralisia. Curiosamente, seu último vínculo com o homem de aço ocorreu em 2002, quando participou de alguns episódios da segunda temporada de Smallville, interpretando o Dr. Swann, ao lado do protagonista da série,Tom Welling.

O episódio em que o maior Super-Homem de todos os tempos se encontrava com o mais novo intérprete,é até hoje considerado um dos maiores momentos da história da série. Reeve morreu em outubro de 2004, aos 52 anos.


 Brandon Routh

Nascido em Des Moine, Estados Unidos, Brando Routh aceitou o desafio de regressar com o Super-Homem aos cinemas, após uma ausência de 2 décadas. Ao contrário do seu maior intérprete, ele já tinha uma certa experiência em trabalhar com as câmeras. Sua primeira atuação profissional veio na série da tv ABC, "Odd Man Out". 


Logo depois apareceu como convidado das séries Cold Case, da CBS, Will & Grace, da NBC, Gilmore Girls, e "Undressed", da MTV. Routh também teve uma aparição especial no clipe de What a Girl Wants da cantora Christina Aguilera. Routh também é conhecido pelo público de sua terra natal pelo papel na novela "One Life for Live", onde vivia Seth Anderson.

Ironicamente, Routh foi contratado para trabalhar no desenho The Batman (O Batman) (de 2004), e seu papel é o do vilão Anywhere Man, criado exclusivamente para a animação, sendo um dos maiores inimigos do Batman na trama.

Apesar desse currículo, era não era exatamente um dos rostos mais conhecidos do planeta, até o instante em que o diretor Bryan Singer o escalou para o papel principal em Superman-O Retorno. Bryan se impressionou também pelo fato do ator ter uma certa semelhança física com o Chris Reeve.

Resultado de imagem para superman brandonAos 26 anos, Brandon era um grande fã dos filmes estrelado pelo lendário ator, e conta que um de seus maiores objetivos era um dia poder interpretar o herói nos cinemas. Sua escolha foi um tanto rejeitada pelos fãs do personagem, e com o fiasco do roteiro e a fraca repercussão do Superman-O Retorno, sobrou pra ele. Os fãs alegavam que seu mal foi querer não interpretar a sua versão do Super-Homem, mas sim querer imitar o Reeve, em todos os seus trejeitos. A falta de carisma também foi outro ponto negativo para o ator, além da idade, considerado jovem demais para o papel.

Os efeitos de animação também não ajudaram em nada, alguns eram tão constrastantes, que o ator recebeu o apelido maldoso de "boneco de massa." Entretanto, os críticos aprovaram sua performance como novo Super-Homem.


Mas a bilheteria abaixo do que os produtores esperavam e as ideias de reciclar a série do herói ganhando força,as possibilidades de Brandon voltar a interpretar mais uma vez o homem de aço foram minguando. Enfim, decidiu-se dispensar Bryan Singer e sua equipe, colocando um ponto final nessa posibilidade.

O ator até o momento,parece ser mais um atingido pela "maldição do Super-Homem". Reza a lenda que, todos os que dão vida ao herói, seja no cinema ou na tv, ficam fadados ao esquecimento. Routh não fez nada de relevante após sua passagem pela franquia,sua carreira esta estacionada.


Até então, estes atores deram vida ao personagem...


Henry Cavill

Nascido na Inglaterra, Cavill tornou-se o ator dos "quase". Cavill fez uma audição para o papel principal para o novo filme de Batman Begins, mas perdeu para Christian Bale. Em 2005, ele tornou-se um jovem concorrente para o papel de James Bond. Os produtores e o diretor tiveram de escolher entre Cavill, Daniel Craig e Sam Worthington. 

Aparentemente, o diretor favoreceu Henry Cavill com uma versão mais nova de James Bond. No entanto, os produtores acreditavam que Cavill era muito jovem para o papel, que depois passou para Daniel Craig. 


Ele também fez uma audição para o papel de Superman para o novo filme de Superman Returns. Devido ao fato de não ter sido aprovado para estes papéis, na edição de Dezembro de 2005 do Empire Magazine, ele foi apelidado de "… o homem mais desafortunado em Hollywood". Coms esses infortúnios de ser ignorado paras grandes produções, Henry focou sua carreira na tv, onde conquistou relativo sucesso.

Aos poucos foi ganhando espaço em algumas produções medianas de Hollywood, até ser escolhido pelo diretor Zack Snyder para dar vida ao herói em O Homem de Aço. Finalmente a chance de estrelar uma super-produção e dar vida a um personagem icônico chegou. Mas isso será bom ou ruim para sua carreira? 

Cavill absorveu as ideias propostas para o reinicio da franquia e deu vida um Super-Homem muito mais sisudo, em busca de respostas para o que ele é e qual o seu papel para a humanidade. Com uma forte presença em cena, ele fez o último intérprete do personagem, o Brandon Routh se tornar ainda mais sem graça, comparado ao mesmo.


Longe de possuir o mesmo carisma do eterno Chris Reeve, sua performance dividiu a opinião de críticos e fãs, mas o ator parece ter emplacado no personagem, tanto que está presente no elenco de  Batman vs Superman: Down of Justice.

Também está cotado para o futuro filme da Liga da Justiça.

O que o futuro reserva para dia em que pendurar a capa, só o tempo dirá.

Bom amigos,

Esperamos que tenham gostado da nossa visão sobre este riquíssimo personagem.

Um grande abraço,

Heleno Jr.






segunda-feira, 28 de março de 2016

Especial Dc Comics - Superman - A Imortalidade do Personagem no cinema

Depois de conhecerem a origem deste famoso personagem, vamos agora fazer um tour no cinema e conhecer os filmes que imortalizaram o nosso personagem.

Mais detalhes sobre esses filmes, acesse as colunas Inesquecíveis e Esquecíveis do cinema, quatro filmes foram detalhados para vocês




 A era Cristopher Reeve (1978/1987)

 Superman - O Filme (1978)

Três décadas depois da passagem do personagem pelos cinemas, o Super-Homem ganharia uma versão definitiva, que marcaria toda a história do cinema, inauguraria um novo gênero,o de adaptações de personagens de histórias em quadrinhos,que realmente deslancharia nos primeiros anos desse milênio, e seria determinante por influenciar e motivar as carreiras de vários profissionais do cinema e da tv, além de outras mídias.

Na metade dos anos 70, os produtores europeus Alexander e Illya Salkind fecharam um acordo com os estúdios Warner, que eram os atuais proprietários da editora DC Comics. Eles iriam bancar e produzir uma megaprodução com o herói e a Warner entraria com a divulgação e a distribuição, dividindo os lucros em partes iguais.

Naquela época, os especialistas em cinema consideravam que um filme daquele gênero era uma aposta altamente arriscada, pois não havia nenhuma outra obra que pudesse servir de referência, e poderia culminar num tremendo prejuízo para os envolvidos. Conscientes desse fato, os produtores trataram de cercar a produção com nomes de respeito, que desse credibilidade e chamasse a atenção. 

O roteiro do filme ficou sob a ressponsabilidade do escritor Mario Puzzo, premiado autor do best seller O Poderoso Chefão. Puzzo não conhecia nada do personagem,teve que ler muitas hqs e recebeu muito material pra se guiar. Por fim, escreveu um roteiro de mais de 500 páginas, que depois foi reescrito por outros 3 roteiristas.

Para a direção, após cogitar o diretor Guy Hamilton, da série do 007 e um jovem chamado Steven Spielberg, os produtores contrataram Richard Donner, recém saído do suspense A Profecia,hoje uma das principais referências ao gênero do terror. Ao ler o roteiro reescrito, achou bem exagerado, independente do fato de quem era o personagem em questão, não concordou com algumas coisas,e por fim, teve permissão dos produtores para reescrever o mesmo.

Para essa tarefa ele convocou o amigo Tom Mankievicz,roteirista da série 007, para lhe ajudar. Outros nomes da equipe foram surgindo, o cenógrafo John Barry, vencedor do Oscar por Star Wars, o diretor de fotogtrafia Geoffrey Unsworth, vencedor por Cabaret,o maestro John Willians, vencedor 2 vezes, pela trilha sonora de Tubarão e Star Wars. Seu trabalho nesse filme, é até hoje um dos mais conhecidos de sua gloriosa carreira, e uma referência imediata ao herói.


O elenco foi acrescentado de 2 vencedores do Oscar também, os atores Marlon Brando e Gene Hackman. Para viver o Super-Homem, Donner mais uma vez bateu de frente com os produtores. Enquanto eles queriam um nome famoso da época, ele insistia com um desconhecido. Quem tirou a sorte grande foi o ator Christopher Reeve, ilustre desconhecido naquela época. Ele sequer imaginava que o personagem o imortalizaria para todo o sempre.

O principal desafio da equipe técnica foi reaizar as sequências de voo do herói, vistos os recursos ténicos da época. A saída foi usar a técnica de retroprojeção de imagem de um suspenso Chris Reeve em chroma key e colar depois as imagens na tela. O artifício deu certo, e unido com os demais efeitos especiais, o filme receberia um Oscar da categoria, criada especialmente para premiar o esforço da equipe.

As histórias dos bastidores desse filme ficaram marcadas pelos muitos desentendimentos entre Donner e os produtores. O caso é que estavam rodando dois filmes em um, o primeiro e o segundo, e a pressão sobre ele era enorme. A coisa piorou quando o Richard estourou o orçamento e os prazos pra conclusão das filmagens.

Enfim, as mesmas foram concluídas,mas a data de estreia se aproximava e o trabalho de pós-produção era intenso. Por fim, o filme foi lançado no natal de 78, tornando-se um enorme sucesso de bilheteria no mundo todo.

Prestes a daqui a 2 anos completar 40 anos de seu lançamento, o filme continua tendo um diferencial de outras produções mais modernas do gênero, por todo o seu conjunto da obra.

Não só foi o pioneiro dessa transposição de personagens dos quadrinhos,como a melhor produção que o herói poderia ter tido pra estrear nos cinemas.

Nenhum outro filme com o personagem vindo após esse aqui, conseguiu até hoje superar o mesmo, ele continua tendo um diferencial que jamais será igualado.


 Superman 2-A Aventura Continua (1980)

Após o sucesso do filme anterior,o elenco e equipe tornaram a se encontrar para concluir as cenas que faltavam da sequência. Como dito, Superman 2 estava sendo filmado paralelamente com o primeiro filme. Mas os desentendimentos entre Donner e os Salkind chegaram a um ponto, que um outro diretor, o Richard Lester foi chamado para servir de mediador entre as partes.

Lester sugeriu a interrupção das filmagens da sequência e que se concentrassem no primeiro e o concluíssem. Retomados os trabalhos, todos foram pegos com a notícia da demissão de Richard Donner, gerando uma enorme revolta entre todos. Lester assumiu seu lugar e teve que trabalhar em cima do material filmado por ele.

A saída de Donner teve consequências, Gene Hackman abandonou as filmagens, Marlon Brando não retornou pois moveu um processo contra os Salkinds por não cumprimento de claúsulas contratuais. Alguns membros da equipe também pularam fora. Com isso, houve um contraste no processo de edição do filme, entre as cenas deixadas por Donner e as refilmadas por Lester.

O roteiro também saiu prejudicado com a saída de Brando e com os rumos dados por Lester. O tom do filme ficou divergido,com as sequências sérias criadas por Donner e o humor, marca registrada do seu substituto, e que ficaria ainda mais evidente no próximo filme. Mesmo com tudo isso, o filme chegou aos cinemas e foi outro enorme sucesso.


Contando com um vilão memorável, o tirânico General Zod e uma das mais espetaculares sequências já vistas até hoje nesse gênero, a batalha do Super-Homem com os prisioneiros da Zona Fantasma, o filme marcou época, tal qual seu antecessor, e é um cult absoluto.

Infelizmente, seria o ultimo bom filme do herói, estrelado pelo Christopher Reeve.


 Superman 3 (1983)

Richard Lester assumiu o controle total da terceira aventura do homem de aço. Conhecido por impregnar seus filmes com um humor desnecessário,nem mesmo o herói ficaria livre desse fator.

Os produtores para completar, deram mais lenha para o Lester queimar, contratando o ator comediante Richard Pryor, sensação hollywoodiana daquela época. Pryor declarou numa entrevista ser fã dos filmes do Super-Homem, e isso foi o suficiente pra sua contratação.

Mas a produção em si teria outros pormenores:a equipe técnica que trabalhou nos filmes anteriores não retornou mais. Geoffrey Unsworth e John Barry faleceram antes do lançamento do Superman - O Filme. Tom Mankievicz, em solidariedade ao amigo, também pulou fora.

Com isso, o roteiro ficou sobre a responsabilidade dos mesmos que reescreveram o roteiro original de Mario Puzzo. Os figuras queriam mais uma vez o Lex Luthor como vilão, acompanhado do Brainiac, um dos mais conhecidos vilões da mitologia do herói. Hackman já havia desistido da série e os recursos dos anos 80 não permitiam a concepção do Brainiac.


Já a Margot Kidder, intérprete da Lois Lane, ficou com somente 5 minutos de cena, por ter apoiado o Richard Donner alguns anos antes. Com isso,o centro das atenções ficou com o Richard Pryor, o roteiro medíocre deu mais tempo de cena a seu personagem que ao próprio Super-Homem, fazendo dele quase um coadjuvante.


O excesso de humor, o roteiro fraquíssimo, a ausência de uma trama mais interessante e o elenco chato, culminou com um belo fracasso de crítica e bilheteria, o primeiro que o homem de aço conheceria nas telonas.

Era o início da decadência na promissora série. Chris Reeve foi o único poupado das críticas, ele continuava célebre como o Super-Homem.Porém, optara em não mais voltar a vestir o uniforme. Deveria ter mantido sua opinião. Prestes o que viria 4 anos depois.

 Superman 4-Em Busca Da Paz (1987)

Para o azar do kryptoniano, entrou em cena os estúdios Golan Globus... 

Os principais produtores dos filmes de baixo orçamento dos anos 80. Os chefões do estúdio botaram na cabeça a idéia de bancar a quarta aventura do herói nos cinemas. Fecharam um acordo com a Warner e tomaram emprestados os direitos da mesma sobre a franquia.

Aí, trataram de correr atrás do Chris Reeve, para convencê-lo a estrelar o mais novo filme. Prometeram que ele dirigiria e escreveria o roteiro, além de atuar, a equipe técnica dos primeiros filmes seria recontratada, assim como o elenco original, incluindo Gene Hackman. A promessa era para realizarem um filme épico, como foram os primeiros.


Chris caiu na conversa e então veio o revés, o orçamento de 36 milhões caiu para 17,  a equipe foi dispensada e a direção ficou a cargo do péssimo Sidney J Furie, que simplesmente pegou o roteiro do Reeve e o destroçou. Sem dinheiro e sem equipe técnica qualificada, o filme foi um dos maiores exemplos de como jogar na lama uma franquia que se iniciara de forma promissora. A sucessão de ideias e cenas constrangedoras foi tamanha, que desafiam o bom senso até hoje.


O resultado foi o que se esperava, tremendo fracasso de crítica e bilheteria, o filme sequer arrecadou o seu custo de produção. Até hoje ele divide a opinião dos fãs sobre qual foi o pior... O 3 ou o 4???? Foi a última pá de kryptonita no poderoso homem de aço nos cinemas por aquela época.

Uma pena, uma franquia que se iniciou com dois dos mais importantes filmes realizados até hoje para história do gênero, encerrava-se deixando na memória dos fãs, duas produções dignas com louvor, do esquecimento total. Pior ainda, parece que elas são mais lembradas que os filmes que realmente consagraram o Super-Homem na cultura pop e na história do cinema.

Foi o fim também para era Chris Reeve, nunca mais ele retornaria ao personagem que lhe deu fama e lhe projetou ao nível mundial.


Superman - O Retorno (2006)

Tal qual o título sugeriu, quase duas décadas depois, o maior super-herói dos quadrinhos retornava aos cinemas, numa megaprodução que prometia recuperar as glórias passadas. Nos anos 90, com a repercussão da saga A Morte do Super-Homem, nos quadrinhos, cogitou-se filmar para o cinema o seu desfecho.

Foi o prelúdio de uma avalanche de ideias idiotas e sem noção que,se tivessem seguido adiante, teriam colocado um ponto final em qualquer pretensão de realizar outra produção com o personagem e o manchariam para todo o sempre. Felizmente as tentativas de realizar não foram adiante.

Nos primeiros anos desse milênio, o gênero que caminhava tímido pela década de 90, realmente chegou ao seu ápice, graças à editora Marvel, principal concorrente da DC, que realizou duas produções que finalmente fariam os grandes estúdios hollywoodianos investirem cada vez mais no gênero, os primeiros filmes dos X-Men  e Homem-Aranha. Os primeiros filmes e suas sequências acumularam milhões nas bilheterias, e fortaleceram o fato que o filão tinha milhares de fãs que prestigiariam as obras derivadas dos quadrinhos.

A DC não deixou por menos e reciclou a franquia do Batman, que, tal qual o Super-Homem, incíara com duas produções marcantes, para em seguida padecer em duas péssimas. Sucesso de público e crítica, Batman Begins incentivou ainda mais a volta do maior personagem da DC aos cinemas.

Numa das maiores reviravoltas dos últimos tempos, o filme entrou em fase de pré-produção, com a Warner procurando um diretor competente e de renome pra comandar a obra. Foi quando surgiu o jovem Bryan Singer, o sujeito que abrira as portas da Marvel para os cinemas, como os filmes dos X-Men.

Fã dos filmes do Super-Homem, comandados por Richard Donner, Singer não titubeou em largar o comando da terceira aventura dos X-Men para comandar a produção do personagem pelo qual ele era apaixonado. Bryan não só pulou fora, como ainda levou parte da equipe técnica que trabalhara com ele nos filmes dos mutantes.

Entre eles, a dupla roteirista, Michael Dougherty e Dan Harris, que desenvolveria juntamente com ele, a história do filme. A sua ideia era seguir a linha dos dois primeiros filmes do herói, ignorando os pavorosos Superman 3 e 4. Superman-O Retorno seria uma espécie de Superman 3. A Warner desprendeu um orçamento exorbitante, pouco mais de 200 milhões, o que fez naquele instante, o filme se tornar o mais caro já realizado na história do cinema.

O diretor escalou mais uma vez um ator desconhecido para o papel principal, no caso, o jovem Brandon Routh. Logo, as notícias começaram a correr soltas, um dos mais badalados diretores daquele momento, um orçamento inimaginável e todos os recursos técnicos mais modernos possíveis à sua disposição. Sem dúvidas o que estava por vir seria um espetáculo. Superman-O Retorno, foi sem dúvida alguma, o filme mais esperado de 2006, os fãs esperavam angustiados a sua estreia. Porém, o filme não satisfez da forma como se imaginava.

O caso é que, em sua ânsia de homenagear os filmes originais do Super, que tiveram uma forte influência na carreira do Singer como diretor, ele se esqueceu que os novos fãs de cinema tinham um padrão mais exigente em relação a esse gênero.

O que eles queriam era ver cenas grandiosas de batalhas, a exemplos dos X-Men e Homem-Aranha, efeitos mirabolantes. Singer se limitou a ficar preso à fórmula dos filmes feitos há mais de 30 anos, quando a plateía era outra, um saudosismo desnecessário.



Com exceção da adrenalinesca sequência em que o herói salva um avião, uma das maiores, senão a maior cena protagonizada pelo personagem em toda a sua história nos cinemas, o filme se desdobrou em cenas de muita conversa e pouca ação. A trama não interessava.

O filme era quase uma refilmagen dos bons momentos vividos pelo Super-Homem no clássico filme de 78. Até os fãs mais antigos ficaram insatisfeitos, esperavam novidades. O resultado final, foi que o filme fez uma boa bilheteria, pouco mais de 390 milhões, porém, muito abaixo do que os chefões da Warner esperavam arrecadar.

Mas se o filme não satisfez os fãs, a crítica se deslanchou em elogios, tendo uma aprovação significativa. Mas crítica não enche a conta bancária. Singer ainda imaginava trabalhar na sequência, prevista para 2009, mas os executivos da Warner acharam melhor não arriscar na mesma, e decidiram começar do zero, tal qual o Batman, reciclar o personagem, dar uma nova roupagem ao mesmo.


O Homem de Aço (2013)

Se o maior dos super-heróis não foi bem nas telonas,na contramão, seu colega de editora, o Batman, estava arrecando bilhões a cada nova aventura. E foi justamente o diretor dessa franquia, o badalado Christopher Nolan, em parceria com o roteirista David Goyer, os responsáveis em pôr em prática a ideia de reiniciar a trajetória do Super-Homem nos cinemas. A bilheteria decepcionante do seu último filme reforçou a ideia de que era preciso atualizar o personagem, aposentar de vez os elementos da era Cris Reeve.

Seu novo filme zerava tudo o que tiha sido feito anteriormente. Durante as discussões para a história de Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge, em 2010, David S. Goyer contou a Christopher Nolan a sua ideia sobre como apresentar o Superman em um contexto moderno. Impressionado com o conceito de Goyer, Nolan apresentou a ideia para o estúdio, que o anunciou no filme como produtor e Goyer como roteirista.

 
Para a direção foi convidado Zack Snyder, que já tinha algumas adaptações de HQs para o cinema em seu currículo, entre elas,o badalado 300, de Frank Miller e Watchmen, de Allan Moore. O conceito de todos os envolvidos, era fazer um filme o mais realista possível, por mais que fosse inconcebível a ideia de existir um sujeito por aí que nem o personagem. Novamente um orçamento milionário foi desprendido, cerca de 225 milhões de dólares.

No elenco, nomes de respeito, como o oscarizado Russell Crowe e o veterano Kevin Costner, vencedor do Oscar como melhor diretor em 1991, por Dança com Lobos. Completavam o quadro: Amy Adams, que no ano anterior também recebera indicação à premiação, Diane Lane, Michael Shannon e Laurence Fishburne. Novamente para o papel protagonista, foi escalado um rosto nem tão conhecido,o jovem Henry Cavill.Tal qual o filme anterior, a mais recente produção com o herói causou enorme expectativa entre os fãs.

Nomes de respeito e prestígio ligados à produção, e a promessa de um filme muito mais adrenalinesco que o seu antecessor. Todos os elementos da clássica produção com o herói tinham sido descartados, até a soberba trilha sonora de John Willians.

Na internet, trailers do filme estouravam a cada momento, tornando a espera dos fãs,uma tortura. Finalmente a produção chegou aos cinemas, e dessa vez, houve um efeito contrário, entre fãs e críticos. A crítica ficou extremamente dividida, nada satisfeita com o resultado final, diante do que se esperava.

O roteiro foi um tanto apressado, e parecia mais uma mistura de Transformers com o fenômeno Os Vingadores. Houve um mal desenvolvimento de alguns personagens, algumas situações ocorreram rápido demais e elementos da mitologia do herói foram ignorados.

Já os fãs não tiveram de que se queixar, embora a história do filme não empolgasse tanto, tinha o que faltou no filme do Singer, cenas de ação e batalhas desenfreadas. Repaginado, o personagem foi adaptado aos dias atuais, já não era mais o escoteiro boa praça dos filmes clássicos.

Na queda de braço entre fãs e críticos, prevaleceu os fãs, o filme arrecadou muitos mais 660 milhões, satisfazendo o que seus produtores esperavam. Longe da perfeição do filme de 78, que sempre será a maior produção já vista com o herói, mesmo assim a última produção com o Super-Homem cumpriu seu papel, de reapresentá-lo às novas gerações de fãs, nos conceitos que eles exigiam.


 Batman vc Superman: Down Of Justice 

O sucesso do filme mais recente do herói e a super-produção da Marvel, Os Vingadores, que ultrapassou a bilheteria de mais de 1 bilhão, tornando a produção a terceira de maior bilheteria de todos os tempos, fizeram a Warner tomar uma atitude extrema:dar uma resposta à concorrente Marvel o mais depressa possível. A ideia era contra-atacar, lançando o seu super-grupo também, a não menos famosa Liga da Justiça.

O caso é que o filme dos Vingadores, foi uma produção concebida a longo prazo. Desde 2008 que o mesmo já vinha sendo preparado,e o resultado foi esse enorme sucesso. Perdidos e ansiosos em dar essa resposta, os chefões da Warner devem ter se convencido que levar seu grupo de heróis às pressas,sem um planejamento semelhante ao dos concorrentes, poderia custar caro.

Qual foi então a saída encontrada? 


Reunir seus dois maiores personagens, Batman e Super-Homem, na mesma produção, e de quebra incluir a Mulher-Maravilha. A ideia começou a ganhar força em 2013 ainda, quando na penútima edição da Comic Com,evento que anualmente reúne fãs dos quadrinhos do mundo todo,e todas as mídias do entretenimento se fazem presentes pra divulgar seus projetos, e foi apresentado o clip de O Homem de Aço, antes de sua estréia.

Numa jogada de marketing, o diretor Zack Snyder deu a entender que os dois heróis poderiam muito em breve se encontrar na mesma produção. A notícia caiu como uma bomba entre os fãs,que ficaram eufóricos com a possibiidade. Foi a resposta que os produtores queriam pra tocar esse possível projeto.

A excelente bilheteria do último filme do Super-Homem, era o toque final. Mal o filme saiu das salas de cinema, as notícias que a sequência, O Homem de Aço 2, iria reunir o kryptoniano com o Homem-Morcego. Logo, ficou estabelecido que o projeto seria Batman vs Superman, com um subtítulo a ser acrescentado.


A ideia empolgou, mas muita gente achava que o melhor seria desenvolver o novo universo do Super-Homem, de acordo com a sua repaginada, para em seguida se pensar nesse encontro. O fato é que a ânsia dos produtores da Warner, é realmente o filme da Liga da Justiça, tanto que, a produção que estreou esta semana, foi divulgado ao londo do tempo da produção que alguns personagens secundários da Liga poderiam estar presentes.

A Mulher-Maravilha foi confirmada, então! Uma coisa é fato, o que inicialmente seria a sequência do Homem de Aço, tornou-se o embrião da futura produção da Liga. Resta aguardar e ver no que vai dar, Henry Cavill, Amy Adams e Laurence Fishburne, do filme anterior, foram confimados desde o começo. Ben Affleck foi escolhido para interpretar o Batman. Christopher Nolan, o roteirista David S Goyers e Zack Snyder mais uma vez estão à frente da empreitada.


 
Copyright © 2013 Infinitamente Nosso
Design by FBTemplates | BTT