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quinta-feira, 18 de junho de 2015

RETRATO DE UMA POETISA


 

Hoje serei eu própria,
não usarei sequer uma palavra imprópria.
Descreverei meus sentimentos,
ou quem sabe meus talentos.
Meu jogo é rimar,
com algumas poucas palavras brindar.
Sou delas uma admiradora,
das poesias uma construtora.
Sem rodeios,
talvez com alguns floreios.
Sem alarde,
ou ainda algo que me acovarde.
Serei vidente,
do amor pungente.
Trarei a afeição,
como dona da razão.
E assim transmitirei o amor,
como coadjuvante ou ator...



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