Nasceu, tão vagarosamente que logo se deitou,
Exausto de um extenuante parto que tanto o cansou,
Estória pacata da epifania de um texto a ser poesia,
De cá e de lá todos vêm espreitar o que de ti se dizia!
São palavras, que formam frases por si incoerentes,
De um tal incoerente sentido, sendo apenas diferentes,
Os pensamentos dispersos assim a frio retratados,
Não são delírios ou laivos e rasgos de luz despejados!
E uma incoerente leitura apressada sem reflectir nada,
E fica recostada na varanda do alto da sua cadeira,
Sem confirmar o pensamento ou uma certeza rasgada!
Obrigado amigo pelo incoerente pensar, cumpro versejando,
Mais um incoerente desafio proposto assim cumprido,
Cinco escritos, sem absoluto sentido apenas despejando!
Alberto Cuddel



Postar um comentário