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domingo, 15 de março de 2015

Alberto Cuddel - Por nada, um tudo incoerente....



Nasceu, tão vagarosamente que logo se deitou,
Exausto de um extenuante parto que tanto o cansou,
Estória pacata da epifania de um texto a ser poesia,
De cá e de lá todos vêm espreitar o que de ti se dizia!

São palavras, que formam frases por si incoerentes,
De um tal incoerente sentido, sendo apenas diferentes,
Os pensamentos dispersos assim a frio retratados,
Não são delírios ou laivos e rasgos de luz despejados!

E uma incoerente leitura apressada sem reflectir nada,
E fica recostada na varanda do alto da sua cadeira,
Sem confirmar o pensamento ou uma certeza rasgada!

Obrigado amigo pelo incoerente pensar, cumpro versejando,
Mais um incoerente desafio proposto assim cumprido,
Cinco escritos, sem absoluto sentido apenas despejando!

Alberto Cuddel


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