BREAKING

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Editora Tribo das Letras - Acompanhante de Luxo




Lídia Medeiros, tem 23 anos é estudante de Pedagogia na FAATESP em São Paulo, nasceu em Fortaleza/CE, mas atualmente mora com o marido na cidade de São Paulo. Estuda pela manhã e no perído tarde/noite trabalha em uma escola, mas ainda tem tempo para escrever.

O que te motivou a escrever?
Comecei em 2007 quando a Saga Crepúsculo estava no auge, após ler todos os livros, não conseguia tirar o Edward Cullen da minha cabeça, e foi ai que nasceu minha primeira fanfiction, ainda no orkut em uma comunidade somente para postagem de fanfictions da saga. Então posso dizer que quem me motivou foi a história do Edward e da Bella.
Como começou a escrever?
Sempre gostei de escrever, desde muito pequena, mas só descobri que realmente gostava aos 13 anos quando comecei a fantasiar histórias na minha cabeça e passar para o caderno da escola. Que no final de dois meses já estava com boa parte das folhas preenchidas e tinha que comprar um novo.
O que ti motivou a escrever o primeiro livro?
Meu primeiro livro nasceu da fanfiction que escrevi baseada na novela Juana, la virgen da autora Perla Farias que passou na Rede Record em 2002. Na época não foi um sucesso, e pouco tempo depois eu comecei a escrever a fanfiction usando os personagens da Stephanie Meyer junto com a história de uma menina virgem inseminada artificialmente.
Seus livros preferidos:
Saga Crepúsculo, Beijada por um anjo, Diário da princesa 1 e 2, todos da Harlequin books e muitos outros que não lembro agora :)
Seus autores preferidos:
Vinicius de Moraes, Cecilia Meireles, Machado de Assis, Jane Austen, Stephanie Meyer.


Acompanhante de Luxo

Pela primeira vez em sua vida Nathan King resolve contratar uma acompanhante para passar a noite com ele. Ele só não imaginava que essa linda acompanhante faria seu mundo virar completamente de cabeça para baixo. Kate é linda, loira e seu corpo é deslumbrante. O primeiro cliente que teve como acompanhante de luxo, foi nada mais e nada menos que o CEO das Indústrias King. Ela só não sabia que ele além de proporcionar a melhor noite de sua vida, também roubaria seu coração e sua alma.



Preparem-se para fortes emoções!
Uma noite! Duas vidas! Um único destino!
Leia na integra o 1º Capítulo

Kate
Nasci em Nova Jersey e sou filha de pai desconhecido. Minha mãe é prostituta. Meu nome? Katherine Watson e tenho 17 anos. Minha mãe fala que sou filha de um cliente dela que simplesmente sumiu do mapa. Então ele provavelmente nem sabe que existo. Morávamos em Nova Jersey até meus nove anos. Viemos para Nova Iorque a fim de que minha mãe conseguisse clientes de alta classe social, ou seja, executivos, advogados, entre outros e ela conseguiu. Não é à toa que moramos em um dos melhores bairros e estudo em uma ótima escola. Cresci em meio a esses clientes, pois minha mãe sempre atendeu no apartamento onde moramos. Com o tempo mamãe começou a perder os clientes que tem, afinal está envelhecendo e não é mais uma mocinha de 21 anos. Hoje ela tem 41 anos, mas ainda é bastante bonita e bem cuidada. Com a perda dos clientes, nós não poderíamos nos manter mais no apartamento onde estávamos morando no Upper West Side. E eu teria que sair do The Collegiate School, pois as mensalidades são altas.

Estou no último ano do Colegial. Finalmente! E minha mãe queria que eu entrasse de cara na faculdade, mesmo eu ainda não tendo decidido que curso irei fazer. Infelizmente, com a perda de seus clientes ela decidiu que eu devo tomar seu lugar como acompanhante de luxo. A fim de que possamos manter nosso padrão de vida. Isso nunca foi o que eu sonhei para mim, mas ela era minha mãe e eu tinha que obedecê-la, pois se estou vivendo bem e viva até hoje é por que ela me proporcionou isso. Minha mãe sempre joga esse fato na minha cara, que eu devo tudo isso a ela, que ela se deitou com vários homens por minha causa. Por eu ter atrapalhado sua vida quando nasci, mas eu não tinha culpa de ter nascido.
Minha mãe insistiu tanto nesta história que acabei aceitando fazer as malditas fotos para um site de Acompanhantes de Luxo. Passei o dia inteiro tirando fotos de lingerie, pouco à vontade com um fotografo que quase me comeu com os olhos. Apesar dos meus 17 anos eu tinha corpo de mulher e chamava a atenção por onde passava. Ainda mais sendo loira e de olhos azuis. Fui informada que no site que as fotos não apareceriam o rosto. Ótimo! Assim não corro o risco de alguém da escola me reconhecer. Em Nova Iorque o verão estava chegando ao fim e às aulas estão para começar, faz apenas dois dias que as fotos foram tiradas e hoje entrarão no ar. Minha mãe mandou fazer uma identidade falsa, onde sou Kate Mills e maior de idade. Eu particularmente não estou nada feliz em entrar na mesma profissão que a minha mãe. Depois de muitas ligações e nenhuma delas marcava nada, resolvi ir deitar e foi aí que o bendito celular tocou novamente.

Era quase 23h daquela noite, o celular vibrou sobre o criado mudo e atendi.

– Alô. – Minha voz estava meio sonolenta.
– Olá boa noite. – a voz do outro lado era grossa e chamou minha atenção.
– Boa noite. – despertei quase que imediatamente.
– É Kate Mills?
– Sim, quem gostaria? – respondi.
– Sou Nathan King e gostaria de contratar seus serviços. Está livre agora?
– Agora? – Olhei para o relógio e vi minha mãe entrar de repente no quarto. Ela fez que sim, para mim. – Sim estou livre.
– Ótimo, onde posso pegá-la? Ou você viria até meu hotel?
– Eu vou até você. Passe-me seu endereço, por favor. – Peguei um bloco de papel.
– Estou na Fifth Avenue com a 55 no Hotel The Península.
– Ok anotado. Estou perto. Dentro de 30 minutos estarei aí, você paga meu táxi? – perguntei.
– Sim. Pode vir. Ao chegar à recepção peça para chamarem por Nathan King.
– Ok até logo. – Pulei da cama. E minha mãe foi buscar um de seus vestidos, trouxe um vermelho e um par de saltos, meias 7/8 e um espartilho. – Mãe eu não vou vestida com isso. – falei olhando-a.
– Que seja, vá com o espartilho e as meias. Você tem calcinha fio dental?
– Mãe! – falei em tom de repreensão para ela.
– Responda.
– Tenho.
– Ok então se vista rápido. É seu primeiro cliente e não deve chegar atrasada. – Ela falava apressando-me. Descartei o espartilho e vesti o sutiã preto de rendas, coloquei as meias, a cinta-liga, e a calcinha. – Aqui pegue. – Minha mãe jogou seu casaco longo e preto para que eu vestisse. – Se vista logo! Vai apenas com isso e o casaco, afinal não irá precisar de tudo isso mais tarde mesmo. Ponha os saltos que lhe dei no natal passado, aquele salto agulha. – O coloquei, eu já havia usado algumas vezes, mas apenas dentro de casa. – Pegue. Dinheiro para emergência, sua identidade e itens pessoais de higiene, camisinhas, etc. – Passei perfume, peguei a bolsa, e sai. Um táxi já estava parado a frente de nosso apartamento. Era meu primeiro cliente e eu nem sabia como me comportar quando chegasse lá. Menos de 15 minutos depois eu já estava em frente ao Hotel The Península, parecia ser bem chique, espero que não façam muitas perguntas, paguei o táxi e entrei. Caminhei até a recepção e percebi que todos me olhavam.
– Boa noite, por favor, o Sr. Nathan King. – Falei para a recepcionista.
– Um minuto senhorita. – ela respondeu e discou um número. – Boa noite Sr. King, a uma senhorita na recepção à sua espera. – Ela tirou o fone do ouvido e falou. – Qual seu nome?
– Kate Mills. – Respondi
– Sr. King é a senhorita Kate Mills. Ok. Boa noite. – Ela desligou. – Senhorita Mills, os elevadores ficam ao final do corredor a sua esquerda, haverá um assistente no elevador, peça para que ele a leve a suíte do Sr. King. – Sorri e me dirigi ao elevador. Chegando aos elevadores havia um rapaz.
– Boa noite, por favor, leve-me a suíte do Sr. King.
– Boa noite senhorita, por favor, entre. – Entrei no elevador e subimos, olhei-me no espelho e tudo estava bem, não havia passado muita maquiagem, mas pelo menos eu estava bem vestida. O elevador parou. – Chegamos, é só virar a sua esquerda. Tenha uma boa noite. – Sorri e sai do elevador indo para a esquerda, apertei a campainha, estava de cabeça baixa olhando para meus pés, quando a porta se abriu, levantei meus olhos lentamente para me deparar com um homem de mais ou menos 30 anos, alto, de cabelos escuros, olhos tão azuis como o céu. Ele estava em um terno preto. Devia ser alguém importante afinal estava na cobertura daquele hotel.
– Boa noite. – Finalmente consegui falar, depois de admirar tanto.
– Boa noite. – Sua voz é profunda e grossa, que chega a ser música para meus ouvidos. – Entre. – Ele afastou-se um pouco da porta dando-me passagem para entrar. Sorri entrando e virei-me para ele.
– Muito prazer sou Kate Mills. – Estendi a mão para cumprimentá-lo.
– O prazer é todo meu, sou Nathan King como já sabe. – E ele não segurou minha mão, ou simplesmente fingiu não vê-la. Abaixei-a sem graça. Ele passou por mim, tirando a gravata. – Gostaria de uma bebida? – Falou enquanto dirigia-se ao que me pareceu ser um bar.
– Não obrigada, não costumo beber.
– Nem água? – Olhei para ele que agora segurava um copo de uísque.
– Água eu aceito. – Sorri, e ele tirou uma garrafinha de água da geladeira do minibar. Veio até onde eu estava e me entregou a garrafinha. – Obrigada. – Agradeci ainda de pé perto da porta.
– Você ainda não me disse quanto cobra. – Ele falou enquanto bebia um gole de seu uísque.
– Cobro por hora. – falei.
– Valor?
– 150 dólares.
– E quanto fica se eu quiser a noite inteira?
– 1500 dólares. – falei sem pensar, nem sabia se era isso mesmo que minha mãe costumava cobrar.
– Ok. Fechado. Você já pode relaxar, sente-se ali naquele sofá, agora podemos conversar com calma, sem precisarmos nos preocupar com a hora.
– Posso fazer uma ligação rápida? – perguntei.
– Claro.
– E onde fica o toalete? – Ele apontou para um corredor pequeno.
– A primeira porta a esquerda.
– Obrigada. – Caminhei até lá, enquanto tirava o celular da bolsa, entrei no banheiro e me surpreendi com o tamanho, tinha quase o tamanho do meu quarto, olhei em volta e lembrei-me que fui ali fazer uma ligação, como ela não atendeu deixei um recado na secretária eletrônica. – Alô mãe? Só liguei para avisar que passarei a noite ok. – Desliguei, coloquei o celular no silencioso e guardei na bolsa, retoquei o batom. Sai do banheiro voltando para a sala, ele ainda estava lá. – Desculpe. –  falei assim que fiquei a sua frente, ele havia tirado o terno.
– Sem problemas. Eu acabei de chegar de uma reunião de negócios e já é quase meia noite, vou tomar banho. Gostaria de tomar um banho comigo? – Ele começou a desabotoar a camisa, logo desafivelou o cinto e tirou os sapatos, deixando-os ali mesmo jogados na sala. Aproximou-se de mim, e me pegou pela cintura, fazendo-me ir de encontro ao seu peito. – Vamos diga que tomará um banho quentinho comigo. – Falou tão próximo da minha boca, que pude sentir seu hálito de uísque, com a mistura de um perfume amadeirado. Pelo cheiro de homem limpo que eu sentia ele não precisava de banho nenhum, em minha opinião claro. Mas se ele queria por mim tudo bem.
– Sim. – Respondi olhando-o nos olhos.
– Ótimo. Vamos. – Ele virou-me e me fez andar a sua frente rumo a uma porta no final do pequeno corredor. – Este é o meu quarto. – Andei um pouco a frente dele e ele deu um tapa na minha bunda. Soltei um gritinho pela surpresa. – Tire a roupa, estou esperando você no banheiro. Vou encher a banheira enquanto isso. – Assenti. Ele saiu me deixando sozinha em seu quarto. Tirei o casaco, coloquei-o sobre o sofá que encontrei. Sentei-me na cama e comecei a tirar os sapatos, depois a cinta-liga, as meias, o sutiã e por último a calcinha. – Estou esperando. – O ouvi dizer.
– Já estou indo. – Falei nervosa. Não iria nua até lá. Vesti meu casaco de novo e fui para o banheiro, bati levemente na porta e entrei. Ele estava na banheira com espuma.
– Ainda não tirou a roupa?
– Sim tirei, só não queria vir até aqui sem nada.
– Tudo bem, venha. Pode entrar. – Ele sorria. Havia outro copo de uísque ao lado da banheira. Sorri e tirei o casaco, pendurei-o em um cabide atrás da porta e entrei na banheira sentando-me a sua frente, distante dele. Nathan me olhava como se fosse me comer com os olhos. – Está com medo de mim?
– Não.
– Então porque não chega mais perto? – Eu sorri e mudei ficando ao seu lado. A banheira era grande o suficiente para caber nós dois, lado a lado e ainda ter espaço entre nós. Senti sua mão tatear minha coxa, acariciando-a embaixo da água. – Diga-me o que você faz?
– Como assim?
– O que você faz na cama?
– Tudo. – Respondi.
– Beija na boca?
– Não.
– Então você não faz tudo. O que mais você não faz?
– Só isso, o beijo na boca é intimo demais.
– Então você não teria problema se eu quisesse comer seu cu? – Senti o sangue esquentar em meu rosto. Eu devia esta vermelha como um pimentão. Ok, agora ele está pegando pesado.
– Acho que não. Depende.
– Depende do que? – Ele me olhava.
– Do seu tamanho e grossura. – Respondi. Tentando disfarçar minha apreensão.
– Entendi. Eu sou pequeno. Pode ter certeza disso. – Ele sorriu e veio para cima de mim, a água subiu mais e ele beijou meu pescoço. – Vamos sair daqui. – Ele levantou e me puxou. Sua ereção era visível e apontava para cima, ele não era nada pequeno, eu podia dizer que ali tinha pelo menos uns 24 cm de comprimento e bem grosso. Se é que eu tinha alguma noção do tamanho real de pau. Poderia ser menor que isso, ou talvez não. Eu sinceramente não sei, eu já imagino aquilo entrando em mim e meu baixo ventre se contrai, não sei se de medo ou pedindo que aquilo venha com tudo.
Ele saiu da banheira, pegou um roupão e vestiu. Trouxe um roupão e me ajudou a vestir. Pegou-me no colo e me levou para o quarto. Quem nos visse diria que somos um casal em lua de mel.
– Bem vinda novamente ao meu quarto. – Ele falou sorrindo, enquanto me colocava em pé. – Kate você tem algum problema quanto a ser amarrada? – Olhei para cima. Pois meu olhar encontrava-se em seu peito molhado, meio coberto pelo roupão. Ele queria me amarrar? Olhei-o nos olhos. Ele devia ter no mínimo 1.85 de Altura, mesmo com saltos, eu não chegaria a ficar do seu tamanho. Boca pequena, nariz afilado, o rosto forte e marcante.
– Não que eu saiba. – Respondi e ele me olhou com os olhos cheios de desejo.
– Ótimo. – Falou e foi logo abrindo meu roupão que caiu aos meus pés. Embaixo do seu roupão, o volume era perceptível. Eu não sabia muito que fazer, mas já havia visto diversas coisas em minha vida e poderia pôr isso em prática. Olhei para ele e desatou o nó de seu roupão, deixando-o nu. Olhei para o seu pau grande e grosso e arfei. Provavelmente estava corada naquele momento. Eu já havia visto outros homens nus, clientes da minha mãe, mas nada comparado com o que eu via agora. Ele tinha o peito forte, a barriga definida, os braços eram musculosos e as pernas bem torneadas. Era um homem e tanto. E seu pau tinha a glande rosada.




Postar um comentário

 
Copyright © 2013 Infinitamente Nosso
Design by FBTemplates | BTT