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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Não me julgue amor

Feche seus olhos
Não me julgue
Não há justiça cega
quando você me pega
Você é um azougue
Me aceite como sou
pois aqui estou
Não me abata
me combata
Na cama com todo ardor
vem com teu furor
Estou a sua espera
Em delicado  encontro
Se você vier logo apronto
Não te dou nenhum desconto
 
Sua sensualidade me abate
Venha e me mate
De prazer
Nesse adorável lazer
Me prenda
Me renda
Sou sua eternamente
Vivamente
E quando esse tempo se acabar
As nossas recordações irão na pele ficar

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