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domingo, 8 de junho de 2014

Louco Amor - Capítulo 1

Capitulo 1 – Sereia

Nikos

Grécia – 2013
Três anos após voltar e reaver tudo o que pertencia a sua família Nikos Zandros, aceitou uma equipe de Biólogos que queriam estudar a espécies de peixes daquela região.

A ilha estava voltando a ser o que era ele conseguiu prender os bandidos que quase o mataram mais ainda não conseguiu saber por que sua mãe e irmã se fecharam pra elas mesmas, mas ele não tinha nenhuma duvida que aquele homem fez algo a elas e quem iria pagar seria a mulher que um dia ele achou que amava.

Melina tinha-o procurado dizendo que não teve não com aquilo que aconteceu, inventou uma estória de que ficou esperando e ele não apareceu e quando foi pra casa seu pai a comunicou que iria viver em Paris, mas ele Nikos já tinha provas de que ela sabia de tudo só não fez uso ainda, porque ainda não havia chegado o momento.

Uma festa estava sendo preparada pra festa de aniversario dele e com a equipe de biólogos chegando à véspera não poderia esquecer-se de convidá-los, sua acompanhante  fez com que ele gastasse muito dinheiro com roupas pra ela, ele já estava cansado dela era hora de achar uma mulher que o deixasse satisfeito sem perder o controle, pois ele não agüentava mais a cobrança de Izabella  teria que cortar o mal pela raiz,  já estava ficando incomodado com a mulher, mas ela lhe era conveniente era bonita, mas sem nenhum conteúdo, as vezes o fazia passar vergonha e quando estavam no quarto ficava o questionando e isso o irritava muito, ela chegou a falar de amor, mas ele conhecia bem o tipo dela o amor que ela sentia era pelo que tinha com ele.

 Amor. Esse sentimento era pros fracos e ele nunca mais seria fraco e deixaria uma mulher o controlar quem controlava era ele e  só ele sabia o porquê desse fetiche muitas das mulheres que ele saia gostavam, mas nunca o tocavam ou o via sem roupas as marcas em seu corpo eram demais para as belezas que ele se relacionava se elas vissem como ele era fugiriam e nunca mais ele foderia as beldades.

Ele um dia achou que nunca conseguiria ter algum contato sexual  com as mulheres até que aprendeu a controlar sem machucar, antes esteve em várias casas de sexo em Atenas para se satisfazer, mas nem todas as mulheres queriam ficar com ele mesmo pagando até que conheceu Josefine a dona de uma das casas e ela lhe ensinou a controlar as mulheres sem que elas o tocassem eles foram amantes por longos dois anos, até que ele resolveu voltar Kythnos e deixou toda aquela vida pra trás ela não se ressentiu, pois sabia que seu pupilo agora era um homem dono de si mesmo e havia aprendido que suas cicatrizes não assustariam se as mulheres estivessem amarradas e vendadas, e isso pra ele acabou lhe dando mais prazer, nunca mais iriam controlá-lo e tinha o controle de tudo até de suas amantes, e assim continuaria.

Mas isso tudo já era passado, agora por causa do que tinha conseguia mulheres lindas que nunca  se importaram dele controlá-las, ele tinha sua vida no controle absoluto. Izabella logo estaria de volta de Atenas e os pesquisadores estavam pra chegar, iria recepcioná-los e depois buscaria Iza depois da festa a mandaria embora com uma jóia, sempre que não se interessava mais por sua amante comprava uma bela jóia e a dispensava, ela já estava se achando a dona da sua casa, sua mãe veio lhe contar que a mulher entrou na cozinha mandando e desmandando como se ela não estivesse lá e a olhou com desprezo, por isso já havia comprado seu presentinho, minha mãe e irmã eram tudo que tinha e nenhuma mulher que ele só fodia iria destratar elas.

O telefone do escritório tocou tirando Nikos de seu devaneio.

- Nikos Zandros.

- Senhor é Apollo os pesquisadores acabaram de chegar.

- Já estou a caminho Apollo, vê se eles precisam de algo até eu chegar.

- Tudo bem senhor.

- E Apollo para de me chamar de senhor, você me conhece desde pequeno e somos amigos.

- Eu sei Nikos, mas ainda estou me acostumando com isso.
- Chego ai em dez minutos.

Encerro a ligação e sigo para o porto, ao chegar avisto  Apollo com um grupo de cinco pessoas, mas não consegui distingui-los, pois estava longe, quando foi chegando mais perto à mulher que estava de costas virou-se e eu senti uma pontada no peito e sem perceber fiquei sem ar. Ela vem em minha direção, e eu consigo ver seus olhos são de uma cor azul como o mar de Kythnos sua boca rosada e aqueles cabelos loiros como o sol, uma verdadeira “Sereia”.

- Boa tarde senhor, sabe como chegamos ao hotel de Kythnos? Estamos esperando, mas o Sr.º Zandros não apareceu e temos que começar as pesquisas ainda hoje.

Fico olhando pra ela sem nem ouvir direito o que diz sua boca está me deixando louco, só escutei quando ela disse que eu era sem educação, mas não quis dizer que eu era o dono da ilha, vamos ver até quando eu poderia levar isso.

- Senhorita o senhor Zandros quer acomodar vocês em sua casa.

- Mas como? Não iríamos ficar no hotel? Acordamos muito cedo e isso pode atrapalhar a rotina da família.

- Ele me pediu pra levá-los pra lá.

Vejo Apollo vindo em nossa direção e faço sinal pra que ele não me entregue, quando ele chega perto percebe que não me identifiquei, e dá um sorriso ele percebeu meu súbito interesse pela mulher.

- Senhorita como se chama?

- Oh! Desculpe sou Katherine Magregor, sou a responsável pelo projeto.

- Prazer em conhecer a senhorita. Estão todos prontos pra irmos.
 Não me apresentei e ela não perguntou meu nome também, como não veria eles todo o tempo não me importava de me passar por outro até conseguir o que queria.  Eles me seguiram e quando chegamos na minha casa tudo já estava preparado a casa era enorme e continha quatorze suítes uma biblioteca, sala de estar, sala de jantar, uma sala com TV que minha mãe adorava e uma sala de jogos para minha irmã ali ela ficava feliz, a cozinha ficava mais ao fundo da casa e dava direto pra um jardim, a frente ficava pro mar, as paredes eram todas brancas e as portas de madeira preta, o antigo dono construiu e fiou pouco tempo quando voltei eu me encantei e a comprei, si que e grande pra três pessoas mas sempre que posso recebo uns amigos do tempo antigo. Os pesquisadores se acomodaram e sairão rumo ao mar com todos os equipamentos deixei um carro à disposição deles.

Tentei voltar a trabalhar mas sempre me vinha a visão de uns olhos azuis, uma boca rosada de uma bela sereia, acho que to maluco essa menina só vai me trazer problemas, com sua beleza nunca iria querer algo comigo, mas percebi que ela nem notou ou fez cara feia por causa da minha cicatriz.

Mas se visse minhas outras cicatrizes será que olharia do mesmo jeito ou sentiria repulsa?
 
Kate

Katherine Magregor melhor aluna da turma de biologia marinha de Oxford turma de 2013, e estou aqui em Kythnos Grécia porque meu pai resolveu se meter com o diretor de lá e me mandar bem longe de James, mas me pai nunca acreditou que éramos só amigos e aqui estava ela fazendo o que gostava longe dos olhos do pai Adolfo Magregor que nem ao menos sabia da vida de sua filha, pois sempre estava fora em viagens de negócios e como filha única e órfã de mãe ela sempre foi criada por sua baba Josi que sempre foi como uma mãe, mas seu  pai um dia achou que deveria se casar encontrou uma mulher arrogante que não aceitava Kate como enteada e sempre que possível a  humilhava, mas ela sempre teve Josi sua mãe de alma com ela nesses momentos, quando teve idade suficiente para sair de sua casa foi morar com sua avó uma mulher carinhosa e simples que não largava suas raízes e recebeu a neta com muito carinho, seu pai nunca mais foi visitar sua mãe o que a deixava muito triste.

Ai quando ela terminou o colegial e conseguiu uma vaga em Oxford seu pai se interessou por sua educação, nunca faltou nada a ela em relação a dinheiro seu pai tinha muito, por isso Melissa nunca largou dele sempre teve tudo e até trouxe a filha para morar com eles depois de cinco anos de casada.

E de volta a kythnos seu pai achou que estava a  afastando de algo que queria muito, mas a Grécia foi à melhor coisa,  menos chegar e ficar esperando a boa vontade de Nikos Zandros de recepcioná-los já que ele é o dono da ilha e quem vai estar a par do que fizerem, mas não, mandou um de seus funcionários Apollo e depois um motorista para levá-los até sua casa e não ao hotel.

O motorista não se apresentou, mas foi cordial mesmo a encarando sem nenhum pudor, a avisaram que os homens gregos eram assim demonstravam seu interesse descaradamente, bem que ele era bonito olhos e cabelos da cor da noite um nariz aquilino, uma boca carnuda que deu vontade de beijar e a cicatriz que pegava da sobrancelha direita até o canto da boca lhe dando um ar de mistério e ao mesmo tempo de perigo.

- Para Kate foca na pesquisa e deixa de pensar no Grego. Ela disse a si mesma voltando de seus devaneios.

Nunca se encantou tanto com um homem assim antes não conseguia pensar sem imaginar aquele grego nu ao seu lado na cama, - Grrrr o que está acontecendo comigo, nuca tive pensamentos pecaminosos antes. E voltou ao trabalho ao menos tentou.

O grupo de pesquisadores formado por Jessica, Katherine, Marc, George e Bianca se preparavam pra primeiro mergulho de marcação  perto do porto quando uma lancha veio em direção a eles  nela havia uma mulher com cabelos longos negros que os olhou com ódio. Virou a lancha e foi embora.

- Pois é pessoal acho que teremos problemas!

- Será Kate? O Senhor Nikos não é o dono da ilha, porque será tanta hostilidade contra nos por essa mulher? Perguntou Jéssica.
- Não sei meninas, mas vamos ter que tomar cuidado, e reportar isso ao Senhor Zandros.

Terminaram todos os afazeres e começaram a empacotar tudo pra voltar pra casa de Zandros, ao retornarem viram a mulher que quase os atropelou saindo da casa com um olhar  de ódio com se a visita tivesse piorado seu humor que pelo jeito não era dos melhores.

Duas semanas se passaram e eles ainda não conheciam o senhor Zandros parecia que ele estava se escondendo deles, só viram uma loira toda siliconada com cara de poucos amigos quando viram as meninas já com os rapazes faltou se jogar em cima deles, do mais tudo corria bem, não tiveram mais nenhum incidente e até foram convidados pra festa que o senhor Zandros iria dar pra festejar seu aniversário, sabíamos que seria uma festa de gala então todos fomos um dia pra Atenas para as compras, quase todos de nos podia pagar uma bela roupa menos Bianca então eu e Jessica combinamos de dar o vestido de presente pra ela, elas sempre foram minhas amigas nos bons e maus momentos e quando podíamos fazer algo de bom umas pras outras fazíamos.

Bianca ficou radiante com o presente, mas ficou com vergonha pois sempre que podíamos comprávamos roupas de gala e baile pra ela e sempre ficava com vergonha um dia sentamos e conversamos sobre a família dela que não era pra ter vergonha de nada pois de que adiantaria o dinheiro se a família não estava presente, no caso dela eles eram muito presentes, e receberam Jessica  e eu como filhas e adorávamos eles, eram muito carinhosos com toda sua simplicidade.

Quando voltamos de Atenas senhor Zandros havia saído com a loira siliconada e sua mãe nos disse que era pra ficarmos a vontade, como ainda era muito cedo resolvemos nos arrumar pra ir jantar no restaurante do hotel hoje queríamos ver pessoas novas e quem sabe pegar uns gatinhos gregos, eu ia me acabar e melhor ainda se encontrasse certo grego com  sua cicatriz que me deixava imaginando coisas.

Ao chegarmos ao restaurante do hotel, fomos acompanhados pelo maitre pra mesa reservada, as meninas e eu olhamos ao redor e vimos que tinha muitos turistas e muitos gatinhos, hoje literalmente iríamos nos esbaldar.

Na mesa do nosso lado esquerdo tinha um grupo com vários rapazes e moças e quando eu olhei tinha um lindo loiro me encarando, não gostava muito de loiros mas aquele com belos olhos verdes e corpo escultural eu pegava fácil, fácil, só não tirava um rosto moreno com cicatriz de um certo grego.

Uma movimentação na frente do restaurante nos chamou a atenção, a loira siliconada apareceu agarrada a um belo homem e logo atrás o meu grego estava conversando com outro senhor, será que aquele que esta com a loira é senhor Zandros e o lindo grego porque  está com eles?

O loiro da mesa ao lado resolve levantar e  vir em minha direção, me olha e me da um belo sorriso ainda sou virgem sim, mas me derreti toda.

- Boa noite, você gostaria de dançar?

Olho pra ele abobalhada e sem conseguir falar eu apenas balanço a cabeça, ao meu lado eu escuto minhas amigas rirem da minha cara só pode o que mais, ele pega a minha mão e nos encaminhamos ao local pra dança, no caminho passamos ao lado da mesa do meu grego quando o olhei ele estava com muita raiva no momento levantou-se e saiu, eu nem sei o que fiz pra toda essa raiva voltada a mim.

Divertimos-nos muito, mas não consegui ficar com ninguém pensando na reação do meu moreno, onde será que ele estava? Queria vê-lo mais não sabia aonde. Quando chegamos de volta a mansão, tudo estava escuro, mas ao chegarmos a ala dos quartos escutamos gemidos de prazer e ao chegarmos mais perto escutamos a loira gritando o nome de Nikos, os gemidos e gritos cessaram e não ouvimos mais nada entramos cada um em seu quarto enquanto me arrumava escutei passos no corredor por baixo da minha porta eu vi uma sombra para do lado de fora ficou alguns minutos e depois saiu, me deitei e antes de dormir pensei no meu lindo grego.











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