Poema do dia 23/10/2017
Dias agnósticos, da fé, dúvida
Nem a crença no ser, qual viver?
Nada nos faz crer, que o amanhã
Que o hoje possa ser…
Por entre o pessimismo da hora
O antes, o depois e o agora?
Por onde me escreves distante?
Palavras que não creio,
Que creio ser logro…
Creio que de mim apenas morro
Por enganos plantados no peito…
- E Eu? Falso crente na vida…
Creio que de mim nada,
O amanhã que seja hoje
Em tudo igual, em tudo diferente
Sem Deus presente ou ausente
Que de mim me salve de mim mesmo….
Ó sorte rouba-me à morte
Deste lerdo pensamento
Que me mata por dentro
Sem que viva o pensamento
Que me nasce do coração…
Alberto Cuddel
23/10/2017
18:51
Dias agnósticos, da fé, dúvida
Nem a crença no ser, qual viver?
Nada nos faz crer, que o amanhã
Que o hoje possa ser…
Por entre o pessimismo da hora
O antes, o depois e o agora?
Por onde me escreves distante?
Palavras que não creio,
Que creio ser logro…
Creio que de mim apenas morro
Por enganos plantados no peito…
- E Eu? Falso crente na vida…
Creio que de mim nada,
O amanhã que seja hoje
Em tudo igual, em tudo diferente
Sem Deus presente ou ausente
Que de mim me salve de mim mesmo….
Ó sorte rouba-me à morte
Deste lerdo pensamento
Que me mata por dentro
Sem que viva o pensamento
Que me nasce do coração…
Alberto Cuddel
23/10/2017
18:51



