Não há
sentimento insignificante
Para um
pobre coração errante
Pois em tudo
ele viaja
E em
tumultos se engaja
Do nada
cresce
E por si
resplandece
É assombroso
dizer
Que não há
mais bem querer
Pois por
onde o amor explode
Não há quem
não se incomode
Porque ele é
radiante
E prolifera
o peito arfante
Tira-nos o
ar
Chega a
incomodar
Mas não há
bem maior
Para se
viver melhor
E nessa
profusão desconexa
Vejo-me
ainda perplexa
Não há o que
esperar
Quando o
sentimento é amar...
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