Angel não era seu nome verdadeiro, mas era assim que ele a chamava, então ela passou a considerar-se Angel, pois essa era sua essência e só ele a conhecia, conhecia os mistérios de sua alma.
Finalmente o avião havia pousado, ela desceu aflita, quase correu quando o viu, seu Dono a esperava, pois já se conheciam a seis meses via internet e agora era real.
Ela tímida olhou pra ele e sorriu, ele a puxou com força e a abraçou, um leve sorriso nos lábios a fez tremer, pois sabia o que isso significava.
Ele já tinha tudo preparado, a levou pela mão como se fosse uma joia, sua joia, seu anjo, só dele, como uma criança quando ganha um brinquedo novo.

Ela sem receio ficou nua, queria aquilo tanto quanto ele. Ainda de joelhos abriu a calça de seu dono, sentiu o quanto estava excitado, o sentiu em sua boca…
Ele a parou. Foi até o outro lado do quarto, ela ficou ali parada a sua espera, de repente sentiu algo apertando seu pescoço por trás, cheirava a couro.
Sentiu quando ele a puxou com força para que ela se levantasse, de pé o sentiu atrás dela, puxou seus cabelos, ela fechou os olhos, enquanto aquela coleira a prendia sentiu uma dor forte no ombro, não podia se mexer, estava presa.
Sentia os dentes de seu Dono cada vez mais fundos em sua carne a dor era forte, então sentiu sua mão apertando o bico de seu seio, o que lhe deu um enorme prazer.
A mistura perfeita… dor e prazer.
A marca de seus dentes estavam lá, ele lambeu sua ferida como um macho lambe sua fêmea, estava marcada.
Ao seu lado na cama havia um objeto que Angel não conhecia, mas ansiava por usar, cheirava a couro cru, não era um chicote, tinha várias tiras, primeira investida dele com aquele objeto ela sentiu só o prazer da antecipação, a intensidade foi aumentando.
Primeiro batia-lhe nas pernas, depois achou um lugar que ela não estava preparada, bateu onde até pouco tempo seus dedos repousavam, ali começou a bater com força, mais força, até sua pele ficar rosada.
Ele retirou sua roupa, a puxou pelo cabelo até que ficasse de quatro, sem cuidados, mostrando quem tinha o chicote e quem gemia de dor... a cada grito ele puxava a guia de sua coleira a ponto de deixa-la sem ar, e aquilo a surpreendeu, quanto mais faltava-lhe o ar mais prazer sentia.
Com a palma de sua mão marcou lhe o bumbum, várias vezes até que aquela ardência parou, ela não queria que parasse, gostava de cada gesto de força, estava quase gozando.
Tirou sua guia, a deitou, abaixou-se e começou a chupa-la, Angel teve que segurar-se nos lençóis tamanho o prazer, ela queria mais, queria aquela dor que só ele poderia dar.
....
Mal podia esperar pelos próximas dias, o que aquele sádico havia preparado pra ela.
GLENNA WARD
Linda a entrega, pra quem olha sem preconceito vê o cuidado que ele tem com ela. UAU. LINDO.
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